— Desculpe — falei para Nikkolai, assim que ele se aproximou. Eu estava recostada na parede dos fundos da casa, observando o céu começando a se tornar mais claro. Tennebris e Kleyphon na outra ponta da casa, também de olhos atentos às atividades que aconteciam há anos-luz de nós. Mesmo tendo uma visão sobrenatural, apenas os arcanjos poderiam nos dizer com certeza o exato momento em que alguma coisa seria disparada contra nós. Tudo o que eu via nos céus eram as nuvens correndo apressadamente conforme o mundo girava, e a eminência do amanhecer numa das linhas do horizonte. Nikkolai, que tinha retirado os óculos de grau que manteve no rosto para se encaixar entre os humanos, observava um ponto totalmente diferente da onde eu mantinha minha atenção, como se assistisse a um filme. — Pelo o q

