Lohan se ofereceu para vir comigo para Heington, mas isso era algo que eu precisava fazer sozinha. No momento, eu estava de pé, parada, de frente para o interfone da casa de Marcos. Eu havia desacelerado em uma rua mais deserta próxima ao condomínio de Siram, onde vi que não havia câmeras, e de lá peguei um táxi. Pareceu-me ser a forma mais segura de vir. Antes de eu clicar no botão, o portão de entrada se abriu sozinho. Liliane já deveria estar de olho nas câmeras de segurança há algum tempo. Isso logo se confirmou, pois, enquanto eu caminhava pelo jardim, ela veio correndo na minha direção, a emoção de me ver expressa na forma de lágrimas. — Lisa! Você está mesmo viva! Obrigada! — disse-me, abraçando-me com força. Suas lágrimas me desarmaram completamente. Retribuí o abraço na mesma in

