Enquanto caminhávamos até o carro, sorríamos um para o outro. Algo tão inacreditável e especial deveria ser celebrado de alguma forma. — Realmente está aqui — falou Dilan. Quando destranquei o carro, ele abriu a porta para mim, acho que por hábito. — Vá com cuidado, Eliza. — Me chame de irmãzinha — pedi, ainda de pé, me recusando a entrar até ouvir as palavras. — Só vai! — De um jeito implicante, ele me empurrou para dentro. — Irmãozinho, quero você livre na sexta, sábado e domingo que vem. Quero te levar para conhecer um lugar muito especial para mim. — Que irmãzinha difícil que eu tenho — ele cruzou os braços, pensativo. — Realmente quer que eu gaste a única folga que me restou nesse ano com você? — Sim, eu quero. — Que direta — ele soltou uma risada espontânea. — Vou pensar. Agor

