Aguardei ansiosamente que ele abrisse os olhos e visse esse lugar incrível, mas isso não aconteceu. Quando tentei me soltar do abraço, ele me apertou com mais força, e senti que, se eu o soltasse, ele ia desabar. — Irmão? — Não me solta — pediu, com a voz ofegante. — Minha cabeça está rodando. — Está se sentindo m*l? — Comecei a me sentir preocupada. Talvez expô-lo a um nível de energia mágica elevada não tenha sido uma boa ideia. — Acho que só preciso me deitar um pouco — respondeu, soltando-me aos poucos. Ele se deitou de lado e manteve-se imóvel enquanto tentava controlar a respiração, inspirando e expirando várias vezes seguidas. — Por que não tenta abrir os olhos? — questionei intrigada. — Tenho medo de descobrir onde estou — respondeu, forçando um sorriso. — Vir até aqui foi um

