A verdade que queima

1459 Words
O reflexo no espelho da sala era como um quadro vivo, um retrato suado e sem censura do que a gente tinha virado. Eu, Nick, tava encostada na parede, o corpo ainda tremendo do g**o que o Adriano tinha me arrancado, a p***a dele escorrendo pelas minhas coxas enquanto ele me segurava por trás, ofegante. Ao meu lado, o Léo tava de joelhos atrás da Michele, o p*u dele brilhando com o mel dela, os dois colapsados no chão depois de f***r como animais. A sala cheirava a sexo — suor, p***a, vinho derramado —, e o silêncio que veio depois do último grito era pesado, carregado de algo que eu não sabia nomear. Eu olhava pro Léo no espelho, os olhos dele encontrando os meus, e senti um calor no peito que não era só t***o — era algo mais fundo, algo que me assustava e me puxava ao mesmo tempo. A gente tinha trocado de parceiros por uma rodada, um acordo rápido que o jogo tinha imposto, mas agora, vendo ele ali com a Michele, eu me perguntava o que aquilo significava pra nós. Ele era meu, sempre foi, mas naquela noite eu dividi ele com um sorriso no rosto — e amei cada segundo. — Tá tudo bem, minha p*****a? — Léo perguntou, a voz grave cortando o silêncio enquanto se levantava, o corpo nu brilhando de suor na luz das velas. Eu ri, o som saindo rouco, e assenti, me soltando do Adriano e andando até ele, as pernas bambas. — Tudo ótimo, seu cachorro — respondi, passando os braços pelo pescoço dele enquanto o beijava, o gosto da Michele ainda fresco na boca dele misturando com o meu t***o. — E contigo? Gostou de f***r ela? Ele sorriu, aquele sorriso sacana que me matava, e apertou minha b***a com força. — Gostei, mas você é minha, Nick. Sempre vai ser — disse, os olhos cravados nos meus, a promessa ali me acalmando por dentro. Michele levantou do chão, o corpo tremendo enquanto ria, os s***s balançando enquanto se aproximava do Adriano. — Vocês dois são um casal do c*****o — ela disse, a voz rouca, enquanto passava os braços pelo pescoço dele, beijando ele com força. — Mas confesso que adorei sentir o Léo me fodendo. Adriano riu, as mãos subindo pra b***a dela enquanto me encarava por cima do ombro dela. — E eu adorei f***r a Nick — ele disse, o olhar dele me queimando. — Minha vez agora. Ele pegou a garrafa na mesa, o vidro frio contra os dedos suados dele, e girou com força. Ela parou apontando pra mim, e eu senti o coração disparar, o t***o voltando com tudo enquanto esperava o que vinha por aí. — Verdade ou consequência, Nick? — Adriano perguntou, a voz grave ecoando na sala, o sorriso sacana nos lábios. — Verdade — respondi, mudando o jogo de propósito, o desejo de saber algo mais profundo me dominando enquanto o encarava. Ele inclinou a cabeça, os olhos se estreitando por um segundo antes de falar: — Você sentiria ciúmes se eu fodesse a Michele agora, na sua frente, enquanto o Léo te assiste? Eu pisquei, o choque me acertando como um tapa, mas o t***o me dominou antes que eu pudesse hesitar. Olhei pro Léo, o brilho nos olhos dele me dizendo que ele tava curioso pra ouvir, e ri, o som saindo leve mas carregado. — Não — admiti, a voz rouca enquanto me aproximava dele, as mãos subindo pro peito do Adriano. — Eu ficaria com t***o pra c*****o vendo vocês dois. E o Léo também, né? O Léo riu, vindo até mim e me puxando pra ele por trás, o p*u dele endurecendo contra minha b***a. — p***a, sim — ele disse, beijando meu pescoço com força. — Quero ver isso, Adriano. Fode ela agora. Michele riu, surpresa, mas assentiu, o olhar dela brilhando enquanto puxava o Adriano pra ela, jogando ele contra a parede ao meu lado. Ele desabotoou a calça dela — que ela tinha vestido rápido em algum momento —, o shortinho caindo no chão enquanto ele enfiava o p*u na b****a dela com uma estocada funda que a fez gritar. — c*****o, Adriano! — ela gemeu, as mãos agarrando os ombros dele enquanto ele metia com força, o som molhado das estocadas enchendo a sala. Eu assistia, o t***o subindo como uma onda enquanto o Léo me segurava, os dedos dele deslizando pra minha b****a de novo, esfregando meu c******s devagar. — Tá gostando, minha v***a? — ele sussurrou no meu ouvido, a voz grave me arrepiando enquanto assistia o Adriano f***r a Michele. — Tô adorando, seu filho da p**a — respondi, ofegante, enquanto rebolava nos dedos dele, o prazer subindo rápido. Mas então, Michele virou a cabeça, os olhos dela encontrando os meus no meio dos gemidos, e jogou algo que mudou tudo: — Nick, vem cá. Quero você aqui comigo. Eu ri, surpresa, mas o t***o me dominou. Me soltei do Léo, andando até ela enquanto o Adriano continuava metendo, o p*u dele brilhando com o mel dela. Ela esticou a mão, puxando meu rosto pra um beijo quente, a língua dela dançando na minha enquanto gemia na minha boca, o corpo dela tremendo com cada estocada. — p***a, isso é f**a — Adriano grunhiu, os olhos arregalados enquanto me via beijar a mulher dele, o ritmo dele acelerando. O Léo veio atrás de mim, as mãos na minha b***a enquanto me prensava contra a Michele, o p*u dele roçando meu cu. — Vou te f***r enquanto você beija ela — ele disse, a voz rouca, enquanto cuspia no p*u e forçava a entrada, o p*u dele deslizando no meu cu com uma estocada que me fez gritar na boca da Michele. — c*****o, Léo! — berrei, o prazer me consumindo enquanto ele metia no meu cu, o Adriano fodendo a Michele ao meu lado, nossos corpos colados na parede. Ela gozou primeiro, o grito dela ecoando na minha boca enquanto a b****a dela pulsava no p*u do Adriano, o mel dela escorrendo pelas coxas. Eu gozei em seguida, o cu apertando o p*u do Léo enquanto o prazer me acertava como um soco, o corpo tremendo entre eles. O Adriano e o Léo vieram juntos, a p***a jorrando dentro de mim e dela enquanto rugiam, os quatro colapsando contra a parede, ofegantes. — c*****o… — Michele murmurou, rindo, enquanto se soltava do Adriano e me puxava pra ela, beijando minha boca de novo. — Vocês são um incêndio. — E você é a gasolina — retruquei, rindo, enquanto o Léo me segurava por trás, o cheiro dele me envolvendo. Adriano pegou a garrafa de novo, o corpo ainda tremendo enquanto girava ela com força. Ela parou apontando pro Léo, e ele sorriu, o olhar dele brilhando com algo que me deu arrepios. — Verdade ou consequência? — Adriano perguntou, a voz grave ecoando na sala. — Verdade — Léo respondeu, mudando o jogo como eu tinha feito, o tom firme enquanto me encarava. Adriano inclinou a cabeça, os olhos se estreitando por um segundo antes de falar: — Você já quis f***r outra mulher sem a Nick por perto? O silêncio caiu como uma pedra, o ar ficando pesado enquanto eu olhava pro Léo, o coração disparado. Ele riu, um som grave que me arrepiou, e me puxou pra ele, os olhos cravados nos meus. — Não — disse, a voz firme enquanto beijava minha testa. — Tudo que eu quero é com ela. Vocês são só o tempero, mas ela é o prato principal. Eu ri, o calor no peito explodindo enquanto o beijava com força, o amor e o t***o misturando num nó que eu não queria desatar. — Seu cachorro — murmurei, rindo, enquanto olhava pra Michele e o Adriano. — Minha vez. Peguei a garrafa, girando ela com força, e ela parou apontando pra Adriano. Eu sorri, o t***o me dominando enquanto pensava no que queria. — Verdade ou consequência? — perguntei, a voz rouca, enquanto me levantava, o corpo nu brilhando na luz das velas. — Consequência — ele respondeu, o tom desafiador, enquanto me encarava. Peguei o guardanapo, escrevi algo que fez meu coração disparar, e passei pra ele. Ele leu, os olhos se arregalando por um segundo antes de um sorriso sacana se abrir no rosto dele. — Beleza — disse, se levantando e vindo até o Léo. — Consequência: me fode enquanto a Nick e a Michele assistem. E ali, com o Léo rindo e o Adriano se ajoelhando, eu sabia que a verdade tinha queimado qualquer limite — e que a noite ainda ia nos mostrar o fundo do nosso desejo.
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