Nathan. Acordar com a Rafaela adormecida nos meus braços era a visão do paraíso, aliás, ela se tornara meu próprio paraíso particular. No qual eu havia me perdido profundamente, sem passagem de volta. Eu queria apertá-la e nunca mais soltar. Não a desejava na minha cama apenas por uma noite. Pelo contrário, a queria por toda uma vida e por isso ainda sentia um medo visceral de perdê-la. Enquanto ela dormia, minha cabeça dava voltas e mais voltas. Lembrando da conversa que tive com o diretor da faculdade. No entanto, se Rafaela acordasse agora e não me quisesse, ainda assim, eu seria grato. Grato por ter ao menos sentido o gostinho de como era tê-la comigo. Nos meus braços, falando meu nome entre um gemido e outro. Eu seria grato não só por ela me proporcionar a noite mais incrível da m

