As investidas dele continuavam fortes, ritmadas, mas de repente eu coloquei minha mão sobre a dele, que ainda segurava meu quadril, e parei seu movimento. Miguel rosnou baixo atrás de mim, surpreso. — O que foi, princesa? — perguntou com aquela voz rouca, ainda ofegante. — Cansou? Virei lentamente, as pernas ainda tremendo, mas o desejo fervendo mais alto que qualquer coisa. Apoiei as mãos em seu peito quente, sentindo o coração acelerado sob a pele tatuada, e o empurrei para trás — não com força, mas com decisão. Ele ergueu as sobrancelhas, o sorriso torto aparecendo nos lábios. — Ah… então agora você quer brincar? — Não. — Respondi encarando diretamente aqueles olhos hazel queimando desejo. — Agora eu quero mandar. Miguel respirou fundo, claramente e******o com minha ousadia, e

