Eu almocei com a Anna. Ela estava m*l, e eu sempre considerei cozinhar para alguém um gesto de carinho — uma das coisas mais bonitas que aprendi com o meu pai. Depois ela foi dormir, e eu fui fazer a lição de casa. Becca me mandou mensagem por volta das quatorze horas: “Adivinha quem almoçou hoje com a gente?” Eu sabia que ela viria com alguma gracinha. Mas, por uma fração de segundo, eu queria ter estado lá. Almoçado com eles. Participado daquilo sem ser anônima, sem ser apenas a sobrinha. Tio Pither me ligou para me dar os parabéns. Ele sempre foi absurdamente fofo comigo. E, claro, veio o discurso de sempre: “Ah, afilhada, como nunca sei o que te dar de presente, vou te mandar um dinheirinho pra você comprar o que quiser!” Um dinheirinho que dava, tranquilamente, para eu ajudar n

