Ele sorri para mim e me abraça. É tão pequeno e fofo. Estou determinado a proteger esse pequeno ser humano com todas as minhas forças. Quando me separo dele, aliso o seu cabelo. — Você vai se atrasar se não entrar agora, amiguinho. —Você me busca mais tarde? — Se a sua mãe me permitir. digo a ele. Estou me apegando a esse carinha e à ideia de me separar dele, mesmo que por um minuto faz o meu peito queimar. — Ela fará isso se você convencê-la. Ele pisca para mim e sai. — Adeus pai. Eu o saúdo com a mão. — Adeus, campeão. Espero ele entrar e volto para o carro. Quando o meu motor ruge, o próximo destino na minha mente é o escritório da Elena. Levei apenas uma hora para entrar no seu escritório. Ele me dá um olhar que indica que não me quer aqui, mas eu a ignoro e me acomodo na cadei

