CAPÍTULO QUINZE A luz que atravessa a a******a estreita das cortinas cai sobre seu rosto. Ela se vira de lado, aconchegando a bochecha na parte mais macia do travesseiro. Meia hora depois, é acordada por dois grandes corvos de fora da janela, grasnando como um par de velhos bêbados malandros. Pula da cama e se desloca pelo chão de madeira maciça até a janela. Bate no vidro com os nós dos dedos, na esperança de afugentá-los. Funciona. Os dois rabugentos instantaneamente param de se revoltar entre si e voam. Após tomar banho e se vestir, desce até a cozinha e prepara ela mesma um café e um pãozinho. Quando termina o café da manhã, são quase dez horas. Decide ligar para seu amigo recluso. São necessários vários toques antes que ele atenda o celular. Quando atende, ela detecta pelo tom da v

