Na sala de estar, Dayanne esperava ansiosa pelo filho, não continha a ansiedade de ver a nenê que se parecia tanto com ela. ― Oi tia! ― Marcus deu um beijo no rosto de Dayanne. ― Peter, está no quarto? ― Estou aqui! ― respondeu, a voz de barítono. Dayanne correu até o filho, e olhou a nenê que dormia tranquilamente na cadeirinha. ― Mãe, cuida dela para mim, por favor. ― Os olhos se comprimiam ao olhar Marcus. ― Vou conversar com meu primo. Marcus estava indiferente, nem mesmo olhou para a tia quando Dayanne pegou a menina. ― E aí, primo! Fiquei sabendo que você está separado. ― Forçou um sorriso. ― Mulheres, quem pode entendê-las? Vamos dar uma volta no shopping e pegar umas gatas. Os punhos de Peter se fecharam com o polegar para baixo, sem aviso, ele deu um gancho de direita no
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