Maria Clara narrando: (...) — obrigado por aceitar, é sempre bom ter uma companhia. — ele sorri. — concordo... — sorrio. — não vai mesmo tomar nada? — ele pergunta quando sentamos. — não.. eu já estou bem satisfeita, mas vou pedir uma água. Alguns minutos se passaram, comecei a conhecer melhor o gato estranho que me encarava. Meu telefone tocou algumas vezes, vi que era Mari, eu mandei mensagem avisando que ligaria depois. (...) — pode atender, eu não vou me ofender, parece importante... — não, eu.. ligo depois... — ok... e... você se da bem com o pai, desculpa a intromissão. — caramba ele é curioso assim mesmo ou está interessado? — na medida do possível. Estamos fazendo um grande esforço. — eu entendo bem o que está passando, só que eu que rompi. Sabe quando a pessoa não p

