167 - Terror

1354 Words

Terror Narrando Mano, eu nunca pensei que aquele corredor gelado do presídio fosse parecer tão mais frio no dia que eu voltei pra cela depois do julgamento. O alívio de ter ouvido o júri me absolver foi grande, não vou mentir, mas quando fecharam a grade atrás de mim de novo, parece que o coração apertou de novo. Eu sentei no canto, encostei na parede fria e fiquei ali, só pensando. O bagulho agora era esperar o alvará, eu sabia disso, mas a ansiedade me corroía por dentro. O tempo parecia parado. O relógio nem fazia sentido mais. — E aí mano, deu bom? — Negäo pergunto. — Deu bom demais mano, tô livre — Falei baixinho, aqui até às paredes tem ouvido. — Só esperando a pörra do Alvará. Negäo sorriu, e disse que tomara que não vez dele seja assim também. Falei que vai ser, a Advogada é

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