Terror Narrando Mano, quando eu desci da laje e entrei na sala, já dei de cara com a visão do paraíso. A Sofia lá, sentada na minha cadeira, toda gata, com aquele sorrisão safado que só ela sabe dar. A luz fraca da sala batia nela de um jeito que parecia até cena de filme. A perna cruzada, o vestido subindo um pouco, mostrando mais do que devia, Püta que pariu, quase perdi a linha ali mesmo. Fechei a porta no estalo, e ela só me olhando, com aquele olhar que eu já conheço, olhar de quem tá pedindo. Cheguei mais perto, e ela nem se mexeu. Só sorriu e mordeu o lábio, daquele jeito que me deixa maluco. — Tá abusada hoje, hein? — falei, já sentindo o sangue ferver. — E tu adora — ela respondeu na lata, com aquela voz doce, mas cheia de malícia. Não pensei duas vezes. Agarrei ela pela cin

