173 - Terror

1130 Words

Terror Narrando Mano, quando eu desci da laje e entrei na sala, já dei de cara com a visão do paraíso. A Sofia lá, sentada na minha cadeira, toda gata, com aquele sorrisão safado que só ela sabe dar. A luz fraca da sala batia nela de um jeito que parecia até cena de filme. A perna cruzada, o vestido subindo um pouco, mostrando mais do que devia, Püta que pariu, quase perdi a linha ali mesmo. Fechei a porta no estalo, e ela só me olhando, com aquele olhar que eu já conheço, olhar de quem tá pedindo. Cheguei mais perto, e ela nem se mexeu. Só sorriu e mordeu o lábio, daquele jeito que me deixa maluco. — Tá abusada hoje, hein? — falei, já sentindo o sangue ferver. — E tu adora — ela respondeu na lata, com aquela voz doce, mas cheia de malícia. Não pensei duas vezes. Agarrei ela pela cin

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD