169 - Terror

1261 Words

Terror Narrando Depois daquele momento quente, intenso, eu e a Sofia ainda fomos pro banho de novo. A água caía quente nas nossas costas e parecia que levava junto o peso de tudo que a gente passou. Era bom demais sentir ela ali, colada em mim, os dedos dela no meu cabelo, os olhos dela nos meus. O clima no banheiro era de paz, de recomeço. Tomamos aquele banho mais demorado, só curtindo a presença um do outro. Quando a gente terminou, se enxugou devagar, rindo à toa, porque a gente só queria aproveitar o momento. Aí descemos, porque eu já tava com aquela fome de quem passou um tempão comendo comida de cadeia, e comida de cadeia tu sabe como é, ruïm pra carälho. Assim que a gente apareceu na cozinha, a Lívia olhou pra gente com aquele sorrisinho safado no canto da boca e soltou: — Pe

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD