Sofia Narrando Depois que o Iran apagou, eu fiquei ali deitada um tempo, ouvindo a respiração dele, sentindo o peito dele subir e descer devagar. Ele tava tão cansado, e eu sabia que o dia dele tinha sido pesado. Passei a mão de leve no rosto dele, só admirando aquele homem que eu amo mais do que tudo. Mas minha cabeça não parava, o coração tava acelerado, e eu sabia que eu precisava agir. Não dava pra deixar essa história mäl resolvida. Levantei devagar, sem fazer barulho, pra não acordar ele. Peguei meu celular ali do criado-mudo e saí pro escritório, fechando a porta do quarto no maior cuidado. Sentei na cadeira, liguei o notebook também, mas era no celular que eu já ia começar. Abri o sistema que eu mesma montei quando tava na faculdade, na época que fiz aqueles cursos de investigaç

