×?×
L à frente do casal e empurrando as pesadas portas de madeira abertas para eles.
“Está tudo bem,” Bonnie diz a ele enquanto palavra.
Klaus os pega rapidamente, rasgando um deles e tomando grandes goles do sangue. Ele está morrendo de fome . Ele geme em aprovação quando o líquido vermelho desce por sua garganta, enchendo seu estômago vazio e reenergizando seu corpo. Ele se sente agradavelmente surpreso ao encontrar o sangue quente. Ele olha para Bonnie.
"Feitiço de aquecimento," Bonnie responde sua pergunta silenciosa.
Klaus rasga a segunda bolsa e se empanturra com o sangue sem se importar. Nem Stefan ou Bonnie o criticam por sua falta de educação.
Enquanto Stefan dirige, Bonnie pega seu celular e envia algumas mensagens de texto rápidas.
"Mais", diz Klaus ao terminar sua segunda sacola. Ele não está nem perto de ficar satisfeito, ele se sente esgotado e seu corpo precisa de mais nutrição antes mesmo de começar a se sentir como antes.
Bonnie puxa mais duas sacolas de sua mochila e as entrega a ele.
Klaus franze a testa ao ver a adaga de ouro dentro.
Ele se sente furioso ao ver a coisa amaldiçoada. A adaga de sua progênie cravada em seu coração. A razão pela qual ele foi dessecado e colocado em um caixão enquanto seus inimigos tomavam sua cidade. Ele rosna.
“Eu não ia deixar na igreja”, disse Bonnie. "A última coisa de que precisamos é que este punhal caia nas mãos erradas." Ela toca seu braço. "Vou encontrar uma maneira de destruí-lo, eu prometo. Nunca mais será usado contra você."
A mandíbula de Klaus aperta. Ele ainda não consegue acreditar que houve uma bruxa poderosa o suficiente para criar uma adaga que realmente o neutralizou. Por outro lado, os Strix são notórios por seu coven de bruxas das trevas.
Bonnie move a mão para cima e para baixo em seu braço e é quando ele percebe as marcas vermelhas de queima em suas mãos e braços. "O que aconteceu?" Ele pergunta enquanto segura a mão direita dela e examina as cicatrizes que estão sumindo.
Bonnie encolhe os ombros. "Houve um feitiço desagradável protegendo a velha igreja."
Ele pega os olhos de Stefan pelo espelho retrovisor. Klaus tem a sensação de que não é só isso.
“Está tudo bem,” Bonnie garante a ele. "Veja," ela mostra a ele as linhas que estão desaparecendo. "Eles já estão se curando." A cada segundo que passa, as linhas vermelhas desaparecem de sua pele caramelo, até que não haja mais nenhuma.
Klaus traça as linhas agora invisíveis. Ele a viu curar tão rápido antes, uma das vantagens de sua gravidez milagrosa .
Uma faca fria perfura seu coração. Ele não perguntou, e ela também não deu a informação. Sua garganta parece espessa e seu estômago se agita violentamente. Ele se sente mal, quase sentindo vontade de vomitar. Como ela está? Essa deveria ter sido a primeira pergunta que saiu de sua boca, mas ele é um monstro, não é? Monstros não se importam, monstros não amam.
Mentiras.
É tudo uma grande mentira.
A verdade é muito simples, ele tem medo.
Como você é fraco e patético, garoto, a voz cruel de seu pai o persegue até hoje.
Bonnie aperta sua mão, de alguma forma sentindo que ele se sente perturbado. A mão pequena dela se encaixa perfeitamente na dele e ele gosta. Tocá-la lhe dá conforto. Isso o faz sentir uma pequena sensação de paz e ousar dizer isso, esperança.
Quantas vezes ele tinha fantasiado sobre tocá-la enquanto estava enterrado no solo?
Quantas vezes ele sonhou com ela para manter sua sanidade?
Bonnie sorri e ele olha para suas mãos unidas, é quando ele avista a faixa de platina incrustada com pequenos diamantes em sua mão esquerda. Ele brilha com o sol, e ele se sente como se tivesse levado um soco no estômago. Outra adaga perfura seu coração.
Você não esperava seriamente que ela esperasse por você, esperava?
Klaus deixa cair a mão dela como se tivesse se queimado. Bonnie franze a testa com o gesto, mas felizmente, não o critica.
Um silêncio tenso invade o carro.
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" Niklaus, a menina está carregando seu filho", diz seu irmão Elijah depois de levá-lo ao cemitério onde as bruxas de Nova Orleans mantêm Bonnie Bennett como refém.
É a coisa mais ridícula que Klaus já ouviu, ele ri deles.
Bonnie engasga e agarra seu estômago, seu coração disparando, olhos verdes procurando seu rosto com descrença. Ela está muito atordoada para dizer qualquer coisa.
“ Você está completamente maluco se pensa em um caso de uma noite movido a álcool,” ele olha para Bonnie. "Sem ofensa, querida- significa uma coisa para mim."
Bonnie olha para o chão, suas bochechas queimando com a memória.
Noite de formatura.
" Você vai nos ajudar a recuperar a cidade ou vamos matar os dois", Sophie Deveraux o ameaça.
Elijah rosna ameaçadoramente, já se sentindo protetor com a garota.
Os olhos de Klaus se estreitam de raiva, ele dá um passo ameaçador para frente, o que faz com que o clã imediatamente dê um passo para trás. Até Sophie, em toda sua bravata, recua, com medo do híbrido furioso. A única que se mantém firme é Bonnie, que observa a troca em silêncio.
" Mate ela e o bebê", sibila Klaus. "O que eu me importo?"
Ele sai sem dizer mais nada, Elijah chamando seu nome desesperadamente. Ele ouve o que parece um suspiro, mas se recusa a voltar e olhar para ela. Ele desaparece com a noite, determinado a não deixar que essa notícia o afete.
Enquanto Klaus fica de mau humor e fica bêbado, Elijah faz um acordo com as bruxas de Nova Orleans e Bonnie Bennett se salva. Enquanto as bruxas estão discutindo o que fazer a seguir, ela invoca magia suficiente para se libertar de seu feitiço de amarração, derruba todos eles e dá o fora de lá. Ela não precisa de um cavaleiro de armadura brilhante para lutar em suas batalhas e salvá-la das bruxas malvadas, Bonnie sabe como cuidar de si mesma e de seu filho.
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" Meu irmão me disse que você vai voltar para Mystic Falls", Klaus aparece em sua varanda no dia seguinte, após o fiasco com as bruxas se espalhar como um incêndio.
Bonnie o ignora e com raiva enfia suas roupas em sua mochila. Ela foi sequestrada e levada de sua casa por um clã maluco de bruxas, ela acabou de descobrir que está grávida e ele praticamente a mandou para o inferno. Ela não está com humor para isso.
" Sua cabeça tem um preço", diz ele em tom de conversa. "Os vampiros vão te caçar, Marcel não gosta quando as bruxas praticam magia em sua cidade e sua façanha na noite passada considera você uma ameaça."
" Então?" Bonnie se vira para encará-lo. "Por quê você se importa?"
" Marcel Gerard não é como os vampiros de Mystic Falls e as bruxas não vão parar de vir atrás de você só porque você deixou a cidade."
" Se eles vierem atrás de mim e meu filho, vou chutar seus traseiros de novo."
" Você se sente protetor com isso."
Bonnie dá a ele um olhar incrédulo. "Não é isso, é um bebê. Meu bebê e quem quer que o faça mal vai sofrer." A sala vibra quando sua magia ganha vida, alimentada pela proteção que ela sente pela criança que carrega em seu útero.
" Você se importa com isso?" ele questiona com algo semelhante ao choque.
" Claro, eu quero," Bonnie rebate com raiva. "E pare de chamar isso."
"Por quê?"
"Que tipo de pergunta estúpida é essa?" a exasperação em sua voz não passa despercebida. "É meu bebê, é claro que eu já o amo."
" Mesmo se for meu?"
" Você finalmente aceitou sua paternidade," Bonnie responde sarcasticamente "Yay!"
Klaus rosna para ela. "Me responda!" ele exige.
“ Guarde suas presas e não grite comigo,” Bonnie sibila. "Eu não dou a mínima se este é o seu bebê, é o MEU BEBÊ", ela enfatizou as palavras. "MEU." Ela caminha em direção à varanda sem medo de se aproximar do mais cruel e implacável dos vampiros. Ela não tem medo dele. "Eu não preciso de você, ou de Elijah. Então, diga a seu irmão para parar de me seguir como um cachorrinho perdido. Este é meu filho e eu vou cuidar dele sem você ou sua família se intrometendo." Ela cruza os braços sobre o peito e levanta o queixo, é orgulhosa, desafiadora e já ama a pequenina vida que cresce dentro dela de todo o coração. "Eu posso fazer isso sozinho."
" Você percebe todos os inimigos que eu fiz nos últimos mil anos?" Klaus a questiona. "No momento em que eles descobrirem sobre essa ... criança", ele ainda não consegue entender. "Eles virão por você, por ele."
" Você pode considerar este bebê uma fraqueza, mas eu não." Os olhos dela brilham com uma ferocidade que o lembra daquela noite quando ela canalizou tanto poder e o levou à beira da morte. "Estive disposto a morrer para proteger meus amigos. Para proteger meu bebê, queimarei o mundo se for preciso."
Ele acredita nela.
" Retire sua cidade Klaus, faça o que você faz de melhor e esqueça de mim e do meu bebê, estamos melhor sem você." Ela fecha as portas da varanda na cara dele.
Ele diz a si mesmo que não se importa, que pode virar as costas para eles e nunca olhar para trás. Ele não precisa nem quer um filho e Bonnie deixou perfeitamente claro que ela também não o quer em suas vidas. Mas, mesmo quando sai do hotel com raiva, Klaus sabe que não será capaz de esquecer ou ficar longe. É o bebê dele também. É por isso que ele a segue de volta a Mystic Falls naquela noite.
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Stefan os deixa no hotel com a desculpa de que vai caçar. Klaus não o critica por sua mentira e nem Bonnie, ela realmente parece aliviada por eles estarem sozinhos. Depois que ele toma banho e veste as roupas limpas que Bonnie trouxe para ele, ele fica perto da janela, perdido em pensamentos.
"Nosso avião parte mais tarde esta noite", diz ela em tom de conversa.
Klaus fica de costas para ela, contemplando a rua movimentada. Budapeste é linda e repleta de turistas nesta época do ano, ele quase deseja ser um deles e esquecer todos os demônios que o atormentam.
“Você deve ter muitas perguntas,” Bonnie disse calmamente.
Ele pode sentir que ela está olhando para suas costas. Ele tem que se esforçar para permanecer no lugar. Ele quer tocá-la, ele quer beijá-la, ele quer se perder nela como fez naquela noite no baile. Mas ele não pode. Com quem ela se casou? Ela está feliz? Ela o ama?
"Nik ..."
"Quão mais?" ele pergunta com uma voz tensa.
"Sete anos."
Ele amaldiçoa com raiva. Sete malditos anos. Esses bastardos tiraram sete anos de sua vida. Suas mãos se apertam dolorosamente e todo o seu corpo treme com a raiva que ele sente. No momento em que os primeiros vampiros que ele e seus irmãos geraram chegaram em Nova Orleans, ele soube que eles estavam lá para causar problemas. Eu deveria ter matado eles quando tive a chance. Mas não, ele e Elias estiveram ocupados tentando impedir a profecia que predisse a morte de sua família. Tudo tinha sido uma mentira, um plano orquestrado por Tristan, Aurora e Lucien para destruir a família Original e assumir a liderança da raça dos vampiros. Toda a guerra entre os sirelines tinha sido uma merda, eles trabalharam juntos desde o início. Caímos na armadilha deles, pensa ele com amargura.
Klaus é arrancado de seus pensamentos quando sente a mão quente dela em seu ombro.
“Me desculpe por ter demorado tanto para te encontrar,” a voz de Bonnie treme. "Eles nos caçaram, eu tive que me esconder. Eu tive que manter Ava segura."
Ava.
Sua garotinha.
Ela era um bebê de seis meses na última vez em que a viu, na última vez em que a segurou e beijou sua cabeça. Uma coisinha gordinha com pele caramelo e um grande sorriso. Agora ela é uma menina de sete anos. Quantas vezes um coração pode ser partido em questão de horas? A dor é insuportável.
"Ela sabe quem eu sou?" Klaus se vira para encarar Bonnie. Ele não consegue esconder a raiva que sente. Está matando ele, envenenando seu sangue e nublando seu cérebro. "Ela sabe que eu sou seu pai ou você me substituiu em seu coração da mesma forma que você me substituiu em sua cama?"
"O que?"
"Devo esperar que seu marido apareça logo?" Sua voz é como ácido.
"O que você é...?" Bonnie dá a ele um olhar confuso.
"Ele estará esperando no aeroporto? Em casa com meu filho ?" Ele pergunta elevando-se sobre seu pequeno corpo. "Minha filha o chama de pai?" Ele rosna, mostrando o rosto de vampiro. Ele está com raiva, ele está ferido. Ele está com ciúmes. Enquanto ele estava apodrecendo em um caixão enterrado dentro de uma velha igreja, ela estava vivendo sua vida, se casando com um cara e se esquecendo de sua existência e o apagando da vida de sua filha. Provavelmente é o que mais dói.
"Que diabos você está falando?" Bonnie se encaixa, parando na frente dele. Bonnie nunca desiste, nem mesmo quando ele quer intimidá-la. Ela nunca teve medo dele. Ela é a única que pode enfrentá-lo e viver para contar a história.
Klaus olha para a mão dela, onde a aliança de casamento é difícil de perder.
"Este." Bonnie toca o anel de platina, compreensão estampada em seu rosto, ela ri.
Isso o deixa com mais raiva. Ele tenta sair da sala, mas a porta se fecha em seu rosto antes que ele possa cruzar a soleira.
“Nem pense nisso,” todas as risadas sumiram do rosto de Bonnie quando ele se virou para encará-la. "Não é o que você pensa", ela diz a ele em uma voz muito mais gentil. Ela tira o anel.
Klaus franze a testa quando ela murmura um encantamento, a aliança se transforma em uma pequena pedra. Agora é a vez dele parecer confuso.
“A primeira cidade para onde me mudei depois que você e seus irmãos desapareceram,” Bonnie começa a dizer a ele. "As pessoas eram legais e amigáveis, muito amigáveis", ela balança a cabeça. "E esta senhora que me alugou um quarto, estava determinada a armar para mim. Ela vivia me dizendo que eu era uma garota legal que precisava de um homem bom ao seu lado." Ela revira os olhos com a memória. "Não fiquei lá por muito tempo, mas quando me mudei de novo, não queria que isso acontecesse, então transformei esta pedra em uma aliança de casamento e disse a todos os meus vizinhos e a todas as pessoas que encontrei que meu marido estava no exército." Ela ri. Ela tem mentido muito nos últimos sete anos, ela teve que mentir para manter a identidade de Ava em segredo e sobreviver. "Eu encontrei o feitiço em um dos meus grimórios, mas um dos meus ancestrais ficou rico vendendo diamantes falsos. "Ela dá de ombros." Eu nunca fiquei em um lugar por muito tempo, então ninguém questionou por que meu marido nunca voltou para casa ", ela termina com tristeza." Então, não. Eu não me casei enquanto você estava desidratado. "
O silêncio segue suas palavras e ele desvia o olhar do rosto dela, sentindo-se envergonhado por sua explosão.
"Não há necessidade de ficar com ciúme", ela diz, ficando a alguns centímetros de distância dele e tocando levemente seu rosto. "Eu sempre soube que você estava por aí em algum lugar, nunca desisti." Ela olha em seus olhos, englobando todas as suas emoções em um olhar poderoso. "Eu nunca perdi a esperança."
Ele sente sua garganta apertar.
"Passei os últimos sete anos procurando por você, tentando desesperadamente encontrar seu paradeiro e levá-la para casa. O tempo todo fugindo da Strix e criando nossa filha, sozinha." Ela faz uma pausa, tentando muito não chorar. "Tem sido tão difícil", ela morde o lábio inferior. Ela não se permitiu chorar em anos, não desde aquelas primeiras noites sem ele, onde ela não sabia se ele e seus irmãos tinham sobrevivido da luta contra seus primeiros vampiros. "E antes que você tenha qualquer ideia nessa sua cabeça, não houve mais ninguém." Ela sorri suavemente, seus olhos marejados de lágrimas. "Só você", ela sussurra enquanto seus dedos traçam linhas invisíveis em seu rosto e ao lado de seu pescoço, causando arrepios em sua pele. "Só você", ela repete.
Seus olhos se encontram.
A energia entre eles crescendo perigosamente.
A respiração de Bonnie fica presa na garganta com o olhar que ele dá a ela. Ela abre os lábios em antecipação. Sete anos desde a última vez que sentiu os lábios dele em sua pele, ela deseja desesperadamente apagar aquele tempo sem ele e fazer novas memórias.
Klaus então a beija, forte e profundamente, despejando tudo o que sente. Bonnie geme e envolve os braços em volta do pescoço dele, trazendo-o para mais perto e respondendo à sua paixão com igual fervor.
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Suas bochechas estão molhadas e seus olhos estão vermelhos de todas as lágrimas que escorreram por seu rosto no caminho de volta para Nova Orleans. Ela está exausta, física e emocionalmente. Seu tempo em Mystic Falls a deixou com o coração partido.
Elijah parece aliviado quando os vê entrando na mansão e até Rebekah parece feliz que ele a convenceu a vir morar com eles.
Bonnie os ignora, mantendo a cabeça baixa e lutando para conter outra rodada de lágrimas. Ela sabe que a única razão pela qual eles se preocupam com ela é por causa do bebê. Elijah vê seu filho como a salvação da alma de Klaus e Rebekah ... Bonnie não tem certeza porque ela fica depois de todas as coisas que seu irmão fez a ela. Ela e Rebekah não tiveram muita interação, mas a ideia do bebê a amoleceu um pouco. Ela tem sido muito legal cada vez que eles falam.
As amigas de Bonnie não receberam bem a notícia de sua gravidez no início, mas Caroline e Elena concordaram e fizeram o possível para apoiá-la. Damon nem tanto. Ele a acusou de traí-los por ficarem com o inimigo, sem importar o fato de que tinha sido uma coisa bêbada na noite do baile. Bonnie tentou continuar com sua vida e as coisas poderiam ter funcionado se Mystic Falls não fosse um centro para criaturas sobrenaturais. Ela foi mais uma vez forçada a resgatar Elena e isso resultou na morte de seu pai e uma viagem para o hospital depois de ser ferida por um vampiro agostinho. Klaus a estava perseguindo por semanas e, felizmente, interveio - alimentando-a com seu sangue e matando o vampiro infectado com o vírus estripador antes que ele pudesse machucá-la ainda mais. Após o funeral de seu pai, ele a convenceu a partir com ele. Ela provavelmente vai se arrepender de ter vindo morar com Klaus e seus irmãos em Nova Orleans, mas ela não tem outro lugar para ir. Seu pai está morto, sua mãe se recusa a falar com ela e seus amigos estão mais preocupados em salvar a vida de Elena. Klaus é tudo o que ela tem.
" Você estará segura aqui", diz Klaus enquanto empurra a porta de um dos quartos do segundo andar.
“ Seguro,” Bonnie repete. Ela pode realmente estar segura em uma cidade repleta de sobrenaturais e com as tensões crescendo entre as diferentes espécies? Não seria a mesma coisa que estar em Mystic Falls?
Não, porque ao contrário de Damon e Stefan, cuja prioridade é Elena, Klaus fez dela sua prioridade. Ele começou a ter a ideia de ser pai, mesmo que tente não demonstrar.
"Acredite ou não, eu realmente gosto que você esteja aqui, Bonnie." A voz de Klaus é surpreendentemente suave, assim como a expressão em seu rosto. "Nosso filho deveria ser criado pelos pais, na casa de sua família."
Bonnie toca sua já visível barriga de bebê e encara seu rosto, procurando por qualquer engano em suas palavras. "Você de repente se importa agora?" ela imagina. "Alguns meses atrás, você disse às bruxas para nos matar. O que mudou?"
" Todo rei precisa de um herdeiro."
Bonnie revira os olhos. Ela não entende nem apóia as ilusões de Klaus sobre recuperar Nova Orleans e se autodenominar rei.
" Você deveria descansar um pouco."
" Cuidar do nosso filho não o torna fraco, Klaus."
Sua mandíbula aperta levemente e ele fica tenso quando para na frente da porta.
" Está tudo bem se importar, você sabe." Bonnie continua suavemente. "Está tudo bem querer isso." Embora ela o tenha insultado e reclamado sobre sua perseguição em Mystic Falls, ela também viu como seus olhos se suavizaram ao avistar sua barriga pela primeira vez, ou como ele veio em seu socorro sem questionar. E como ela poderia esquecer o olhar preocupado em seu rosto quando ele a carregou para o hospital ou o olhar maravilhado quando eles ouviram os batimentos cardíacos de seu filho pela primeira vez. Ela tinha as fotos da ultrassonografia em sua bolsa, a memória do sorriso dele sempre vindo à tona quando ela as encara. Klaus se importa, mas tem medo de demonstrar porque acha que isso o torna fraco. Ele é uma criatura muito danificada e paranóica, mas de alguma forma, ela se sente segura com ele. Em seu coração, ela sabe que ele os manterá seguros, sempre.
Klaus não responde, ele não é bom em expressar seus sentimentos. Ele abre a porta e se vira para sair.
" É uma menina."
A voz de Bonnie mais uma vez o faz voltar.
" O quê?"
" Eu acho," Bonnie esfrega a mão sobre sua pequena barriga. "Tenho certeza que é uma menina, na verdade."
O sorriso no rosto dela é feliz, cheio de esperança e amor, tanto amor que ele tira o fôlego. Ele solta um suspiro trêmulo, seus lábios se contraindo até que um sorriso terno aparece. "Espero que ela se pareça com a mãe." As palavras saem de seus lábios sem pensar, pois Bonnie encontrou uma fenda em sua armadura.
Bonnie engasga, sentindo-se estranhamente tocada. Ela desvia o olhar, suas bochechas ficando quentes.
" Certo " , Klaus pigarreou e saiu da sala rapidamente.
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Eles arrancam as roupas um do outro de seus corpos, bocas se chocando, mãos tocando ansiosamente cada centímetro de pele exposta.
Faz tanto tempo. Eles têm que recuperar o tempo perdido.
Eles caem na cama, nus. Suas línguas lutando pelo domínio enquanto suas mãos se movem sobre o corpo do outro. Suas mãos seguram seus seios enquanto sua boca traça beijos quentes em seu pescoço, sugando levemente em seu pulso.
Bonnie geme e arqueia as costas, o nome dele saindo de seus lábios como uma oração. Quando a cabeça dele desaparece entre suas pernas, provocando-a, ela grita e o quarto vibra enquanto sua magia se derrama de seu corpo ao mesmo tempo que ele persuade sua liberação.
Ela sufoca um soluço, lembrando dos anos em que foi para a cama sozinha, fantasiando sobre seus beijos e toques. Proporcionar prazer a si mesma com as mãos é completamente diferente do que ter seu corpo duro e nu em cima do dela, ou sentir sua língua quente e dedos experientes. Nem podem suas fantasias se comparar ao comprimento duro dele empurrando profundamente dentro dela.
Bonnie usa sua magia e o empurra de costas. Ele dá a ela um olhar de surpresa, mas permite que ela assuma o controle, apreciando o quão bonita ela fica em cima dele, água na boca ao ver seus seios fartos saltando para cima e para baixo enquanto ela o cavalga com força e rapidez. Ela tem corpo de mulher agora. Ela não é mais a garota magrinha que o levou para a cama bêbado e chapado de magia, mas uma mulher com curvas, uma mãe, uma bruxa poderosa que não tem medo de pegar o que quer ou de fazê-lo implorar como nunca antes.
Quando ele afunda suas presas em seu seio esquerdo, Bonnie joga a cabeça para trás, gritando de prazer e desencadeando uma onda de magia que estilhaça a lâmpada de cabeceira, abre as janelas e levanta a cama alguns centímetros do chão.
Quando eles descem de sua altura, ela desaba e descansa a cabeça no peito dele, rindo dos tremores secundários que assaltam seu corpo.
Klaus sorri, enxugando o queixo e puxando o rosto dela para cima para que ele possa beijá-la novamente. Ele a rola debaixo dele e a encara nos olhos. Por uma fração de segundo, depois de terem feito amor, parece que o tempo não passou e eles estão em Nova Orleans, descobrindo os corpos um do outro e formando um relacionamento provisório. Um que foi interrompido.
A ilusão dura apenas alguns minutos.
Klaus a beija apaixonadamente e faz amor com ela novamente, desta vez mais devagar, mais gentil. Ele prefere se afogar no prazer de sua carne do que na dor e raiva que sente por dentro.
Mais tarde, muito depois ...
Bonnie encosta a cabeça no peito dele, um sorriso contente no rosto. Suas mãos suaves traçam seu ombro e peito, salpicando sua pele pálida com beijos ternos. Ela se move pelo pescoço dele, pressionando como uma borboleta como beijos em sua pele até que seu hálito quente está bem contra sua orelha. Klaus estremece, seu corpo ganhando vida mais uma vez por sua simples sedução. Ele está mais do que pronto para outra rodada. “Ela é linda,” Bonnie sussurra.
A mão que traçava as costas dela se imobiliza, seu corpo fica rígido e ele tem que fechar os olhos com força enquanto suprime o golpe de dor que perfura seu coração. Ele não perguntou, ele não ousou.
“Ela é inteligente, muito inteligente,” Bonnie continua com uma risada suave. "Inteligente demais para o seu próprio bem, na verdade, e gentil, amoroso e um pouco travesso às vezes também." Ela levanta a cabeça para olhar nos olhos dele. "As pessoas dizem que ela se parece comigo, mas eu acho que ela se parece com você também. Ela tem covinhas e-"
Klaus se afasta dela e se senta, procurando pelas calças.
"Nik ..." Bonnie sussurra suavemente, implorando para que ele abra seu coração e fale com ela.
"Eu preciso de um pouco de ar", ele diz a ela enquanto sai da cama e se veste.
Bonnie não diz nada, nem faz qualquer movimento para detê-lo ou segui-lo para fora da sala. Sete anos depois, ela ainda o conhece, ela ainda o entende.
Ele se sente um covarde ao sair da sala. Ele não consegue olhar para ela, pois se o fizer, ele vai desmoronar.
o outro, ela toca o lado de seu rosto, seus lábios roçando um no outro tão suavemente como uma brisa de verão.
É um beijo doce.
É o começo.
O mais feliz que eles já foram.
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