Quando acordo simplesmente abro os olhos, o quarto está iluminado pela luz do dia e Amadeus está espreitando pela janela. — Águia, o que foi? — eu sussurro e me levanto do chão. — A maioria dos amareles foram embora, outros ficaram — ele responde. Eu me aproximo da janela e vejo as criaturas. — Estão em Stand-by? — pergunto porque estão bem parados, eles não dormem, mas entram num estado como se fosse um descanso. — Sim, e acho que dá para irmos embora, eles não vão sair daqui tão cedo. — Águia — lamento com medo. Ele pega nas minhas mãos e olha no futuro dos meus olhos. — Não tenho medo, faça tudo o que eu disser e eles não vão nos atacar. Lembre-se, você é imune ao Coronaluteum e sua pele é resistente e forte. Você é forte. Confie em mim e principalmente, confie em si mesmo. Eu

