Era quase 9 PM quando o governador estava a arrumar o seu material de trabalho para ir para casa. Ele sentia o peso do dia longo e exaustivo, uma vez que havia feito questão de estar presente na cerimônia fúnebre dos Bettencourt-Amorim. Após a cerimônia, ele havia decidido voltar ao escritório para finalizar alguns assuntos pendentes. O trabalho nunca parava, e ele sabia que havia responsabilidades que não poderiam esperar. O ambiente silencioso do escritório àquela hora proporcionava um momento de reflexão enquanto ele organizava seus papéis e apagava as luzes. Justamente quando estava prestes a sair, viu um grupo de policiais se dirigirem rapidamente em sua direção. Ele ficou perplexo, sem entender o que de fato estava acontecendo. Os policiais formavam uma linha séria e determinada, e

