Inácio estava sentado na poltrona, os olhos fixos na TV, esperando ansiosamente por alguma novidade relacionada aos seus atos. A tensão era palpável, e ele segurava o controle remoto com força, mudando de canal incessantemente. De repente, um som na porta chamou sua atenção. Concluiu que fosse Clarência e, ao abrir a porta, confirmou que estava certo. "O que quer?" ele perguntou, sem esconder a irritação. "Conversar," disse ela, com um olhar firme. Ele deu um passo para o lado, permitindo que ela entrasse. Clarência entrou no quarto com passos decididos, mas o ambiente estava carregado de tensão. Inácio fechou a porta e voltou para a poltrona, mantendo um semblante duro. "Não há nada que possa fazer ou dizer para me fazer mudar de ideia," declarou Inácio, com a voz fria e calculada. "

