CAPÍTULO 5

2082 Words
Ela estava com um conjunto branco, saia e blusa que eu abri bem devagar enquanto cheirava seu pescoço e dava beijos e lambidas em suas orelhas, sentia sua respiração ofegante e pequenos gemidos que me deixavam mais e******o. Quando tirei sua blusa cheguei aos seus lindos s***s, médios do tamanho ideal para minha boca, beijei bem gostoso até sentir o seu mamilo endurecer, continuei descendo e tirei a sua saia, descobri uma calcinha preta com algumas rendas, que tratei de tirar primeiro com a boca e depois com a ajuda dela, tive uma surpresa,ela estava toda depilada, lisinha a deixava mais gostosa. Ela deitou na cama e eu lhe dei um pote de sorvete de morango para brincarmos de siga o líder. Ela derrama e eu lambo bem gostoso. Ela começou pelo rosto deixou cair um pouco em seus lábios e eu prontamente me encarreguei de lamber bem gostoso e aproveitava para lamber a sua língua que ela deixava escapar por sua boca entreaberta. O Sorvete começou a escorrer pelo pescoço e eu atrás as vezes rápido e depois bem devagar, senti que ela estava gostando muito. Jogou no seu seio direito, eu deixei escorrer bem e vim lambendo de baixo pra cima, depois em movimentos circulares e acabava com pequenas mordidas em seu mamilo, repetimos a operação no seio esquerdo que delicia ! Ela gemia cada vez com mais intensidade, e aí colocou o sorvete na barriga e eu fui lambendo, ficou uma piscina em seu umbigo que foi drenada pela minha boca. Ela colocou mais sorvete que escorreu pelas suas coxas e pelo seu ventre lisinho, comecei pelo ventre e depois desci devagar e desviei para suas coxas. Ela quase me bateu, mais eu continuei lambendo suas virilhas e passava de uma para outra bem perto de sua i********e, que a essa altura estava toda molhada, foi aí que ela derramou o sorvete na sua b****a e me pediu para lamber, fui lambendo bem gostoso, de cima para baixo, lambi os lábios bem gostoso, eles eram sugados para dentro de minha boca junto com o sorvete, desci e comecei a lambe-la num ritmo maior. A puxei pra beira da cama e sentei no chão de onde tinha uma vista melhor de sua b****a encharcada de sorvete que fui logo tratando de limpar, sua respiração já estava bem forte e seus gemidos mais intensos, quando coloquei meu dedo na entrada da sua b****a, ela quase gozou, comecei a lamber e a enfiar a ponta do dedo e a acariciar seu c******s que estava inchado de tanto t***o, ela começou a se contorcer e a mexer o quadril para entrar no mesmo ritmo, eu coloquei outro dedo na sua bundinha, só para apertar e ela adorou, aumentou o ritmo e ficamos naquele vai vem por um tempo, quando explodiu de prazer, gritou gostoso e tentava fechar as pernas imprensando minha cabeça, eu só sai depois que ela gozou intensamente. Deitei ao seu lado e esperei a sua recuperação, eu também estava cansado, depois de algum tempo senti que ela me puxou e me colocou em pé, tirou minha camisa e minha calça. Eu em pé e ela sentada na beira da cama. Fiquei só de cueca que a essa altura já estava melada. Ela puxou a minha cueca e me colocou deitado na beira da cama e disse que agora era a vez dela, sentou em cima da minha barriga e começou a me beijar e lamber a minha orelha, depois pegou o resto do sorvete e começou a jogá-lo em cima de mim. Ela foi mais rápida e foi logo chegando ao meu m****o, mas começou a rodear e a lamber as minhas coxas, depois foi subindo e lambendo até chegar ao meu saco, que lambeu demoradamente enquanto fazia uma massagem no meu p*u. Eu já estava quase gozando e a avisei. Ela parou e eu disse para ter calma que era tudo seu. Voltou a lamber de baixo para cima desde a base do meu saco até a ponta de meu m****o, e não o engolia, lambia em volta e me deixava louco, depois de algum tempo finalmente abocanhou-me, primeiro encheu a boca de sorvete e depois colocou meu p*u dentro, foi uma delícia, aquele sorvete ainda frio e sua boca quente, fui a loucura. Logo o sorvete já tinha sido engolido e agora ela vinha em um vai e vem alucinante, aí não aguentei mais e comecei a gozar. Ela tirou um pouco a boca e logo começou a ajudar com a mão, foi muito bom, enchi sua boca de p***a, que ela não deixou cair uma gota engolido tudo e ainda lambendo a cabeça de meu m****o para tirar as últimas gotas. Acordo assustado com esse sonho. Olho para o lado e não tem ninguém no quarto. As cortinas ainda se encontram fechadas. Suspiro apoiando minhas mãos de cada lado na cama para me sentar. Sinto meu m****o duro feito pedra. Eu só posso está louco mesmo. Venho sonhando com a enfermeira desde que ela venho pra cá. Não era possível está sonhando com alguém que m*l converso. E pior, meus sonhos são todos eróticos. Já sonhei que estávamos fazendo amor na praia. - Falei amor? Não, transamos na praia. Sonhei que estávamos transando na praia. Eu nunca me sentir atraído por alguém dessa forma, nem mesmo com Brianna, que foi com quem tive uma noite e acabou na gravidez de Melissa. Nem eu e nem Brianna queríamos casar. Ela tinha planos e sonhos e eu já tinha tudo na vida, mas não queria me casar por um filho, então concordamos que iríamos ser somente pais. Paguei tudo, todos os exames, mobilei uma casa para ela viver bem com a nossa filha, já que ela vivia em um apto modesto, mas não queria que Melissa fosse criada em um apto. Isso era os planos que foi feito em nove meses por nós dois, mas Brianna não cumpriu o que conversamos. Ela ganhou Melissa e logo depois que foi para casa, não estava mais afim de ser a mãe. Começou a dizer que estava gorda, que a maternidade não era para ela e que ela estava preparada para cuidar de um bebê, e que ela nem queria isso. Fiquei dois meses morando com elas. Fiquei vendo como ela estava descontrolada, não aceitava dar de mamar, e não queria a menina perto. Chamei um médico que chamou de estresse pós parto, e que isso era normal. Mas com o tempo ela iria ficar bem, porém esse "Bem", nunca chegou. Ela não aceitava Melissa mesmo, tive que dormir várias noites com elas, com receio que ela fizesse m*l a Melissa. Em uma das manhãs que acordei lá, Melissa gritava de tanto chorar. Fui para seu quarto a peguei e já desci para dar a ela seu leite receitado pela pediatra. E a empregada me entregou uma carta de Brianna. Eu já imaginava o que Brianna havia feito. Não precisei de carta para comprovar que ela tinha abandonado a própria filha. E nesses dois anos, quase três, nunca mais soube dela. E agora também não fazia sentido saber, mesmo que Melissa tenha uma carência excessiva do amor materno. Eu peguei as coisas de Melissa, e trouxe para morar comigo. Contratei uma enfermeira para cuidar dela por anos, porém acabei tirando pois Melissa começou a chamá-la de mãe, e assim foi até eu concluir que ela não precisava de babá. Eu cuidava dela. Ela não precisava de ninguém aqui partindo o coraçãozinho dela como a mãe biológica fez. Porém com a chegada da Enfermeira Stewart, ela voltou esse sentimento de que precisa de uma mãe. Eu não sei mesmo o que fazer. Pois já proibir a aproximação delas, mesmo deixando minha pequena triste, mas eu só quero o bem dela. Só quero que ela fique protegida. Me odiaria se ela sofresse por causa de qualquer mulher. Seja por causa de Brianna ou qualquer mulher. Mas Melissa está tomada pela Sra Stewart, e eu nem posso culpá-la. Porque vejo bondade nos olhos da Enfermeira, também vejo tristeza em seus olhos. Só não sei porque, mas gostaria muito de entender. Ainda mais se souber que essa tristeza se trata do marido. Porque não vejo ela feliz, sorrindo. Só vejo ela feliz ao lado de Melissa. E olhando para as duas pareciam se completar, é como se Chloe precisasse de Melissa e minha garotinha dela. Eu não pude ir além com minha exigência. Melissa m*l olhava para mim e minha mãe acabou chamando minha atenção dizendo que Melissa ficaria pior com que eu estava fazendo. Tentei colocar na cabeça da minha mãe que Chloe só estava aqui para trabalhar e que daqui a pouco iria embora, mas minha mãe me disse que ela só iria embora se eu quisesse. Não entendi, mas ela me disse que a Sra Stewart pode ser a babá de Melissa, e agora definitivo. Fiquei tentado a reconsiderar a ideia, mesmo porque nem eu queria que Chloe fosse embora. Então acabei concordando com isso. Porém, para minha surpresa Chloe não aceitou ser a babá de Melissa, ela me disse vai embora assim que acabar comigo. Eu juro que não sou um cara r**m, mau humorado. Fiquei assim depois do acidente. Eu não tinha esperança mais de andar depois do acidente de carro, mas enfim, depois de muita insistência da minha mãe e pai, eu acabei aceitando. E quando Chloe me disse que iria embora, me deu uma raiva dela, do marido, do mundo, até mesmo das minhas pernas que não estavam boas para poder me levantar. Eu não sabia o que o que estava acontecendo comigo. Eu amava quando sentias suas mãos nas minhas pernas. Amava vê-la tão perto, seu perfume e seus olhos, mesmo que tristes, eu os amava, porém tudo isso me revoltava e eu criava e crio barreiras para não me machucar e também não trazer esperanças a Melissa. Por isso sou chato, rabugento e muito intransigente. Não quero me magoar por nada. Os meses estavam passando e eu não estava entendo o que estava sentindo. Dei para ignorar tudo em relação a Chloe. Eu só podia está louco, porque não fazia sentido ter sido atraído de cara por uma pessoa que nem conheço. E ainda mais uma mulher casada. Eu sabia que ela saia na hora do almoço dela. Me condenei por colocá-la nessa situação, porque eu sabia que ela estava fazendo isso, porque fui grosso demais dizendo que ela estava na hora do trabalho, então teria que me dar satisfação. Porém o que pensei na hora, foi que ela estava saindo para encontrar o marido, e aquilo me deixou com raiva. Pensar no marido dela tira o pior de mim, e eu não sei me controlar. Eu já estava esperando a muito tempo por ela. Kamile já estava me olhando com certo receio. Sei que coloquei medo nelas, mas fico nervoso com coisas assim. Comprometimento é o que peço deles, e nada mais. Olhei no meu relógio e nada de Chloe aparecer. - Eu vou ver com Valquíria o que houve com Chloe. Kamile diz com receio. - Não. Eu vou. Digo colocando minha cadeira para andar. Fui até a cozinha e nada. Me atrevi a ir a ala de empregados. Cheguei no quarto dela e a porta estava aberta. Chloe parecia descontrolada, quero dizer, ela estava descontrolada. Não sabia o que ela tinha, mas não parecia aquela garota calma que eu vi. Nunca vi ela desse forma. Ela tremia, chorava, não dizia coisa com coisa. Pede a Valquíria para chamar um médico e Kamile. Valquíria foi. Fui até Chloe e toquei em seu braço, porém acredito que fiz a pior merda da minha vida, pois a assustei mais. Ela foi para cama e eu fiquei ali vendo ela todo m*l, parecia um bicho acuado. Com medo de algo. Eu queria entender o que houve com ela. Kamile veio e tentou falar com ela, mas ela só pedia para Kamile a ajudar a ir embora. Porque ela quer ir embora? Ela não vai sair daqui. Nem se ela quiser. Não posso permitir antes de saber o que está havendo com ela. - Sr Carter, ela está muito agitada e nervosa. Eu vou aplicar um sedativo. Kamile fala e eu assinto. Vejo ela indo para fora do quarto. Fico olhando para a mulher em minha frente chorando. Me dar vontade de ir até ela e abraçar. Dizer que nada vai acontecer, que qualquer coisa ela pode contar comigo.
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