CAPITULO 4
Matthew Parker
— Quem é Bia? — Pergunta Douglas.
— Você ainda não foi? Mas o que tanto faz aqui? — Questiono impaciente.
— Tô vendo que essa Bia te fez alguma coisa! Vai te fazer bem uma saidinha hoje! A caça é reconfortante! — Diz Douglas.
— E quem falou que preciso caçar? Eu sou é caçado meu jovem! (Risos).
— Não respondeu a minha pergunta! — Fala Douglas sentando na cadeira e rodando nela como criança.
— Meu primo, Pedro! Conseguiu uma assistente para me ajudar! E eu fiquei empolgado, pois, enfim iria resolver os meus problemas, mais...
— Mais... Douglas arqueia as sobrancelhas e Gesticula.
— Esta assistente é a Bia! A Bia! ALIÁS!
— Bonito nome! — Debocha Douglas.
— Engraçadinho! Sabe muito bem, quem é a Bia, é tudo que aquela diaba me aprontou! — Digo já estressado.
— Eu acredito que você tem uma quedinha por ela! Tenho certeza, aliás! — Douglas tira onda.
— Claro que não! Só não permito que me façam de i****a! E ela me fez! Foi só baixar a guarda e ela aproveitou-se!
— Sei! Então é melhor esquecer não, é? — Diz a girar a cadeira na sala.
— Esquecer o quê? Hum!.. Já esqueci! Então vou trabalhar, e mais tarde vamos nos divertir! — Digo para Douglas.
— Também vou meu amigo! Até mais! — Diz se levantando.
Douglas vai embora, e eu vou focar no trabalho, se não eu não consigo sair daqui hoje! Tem muita coisa para resolver.
As horas passam, e eu consegui adiantar um pouco as coisas, porque terminar seria impossível, no meio da bagunça da minha secretária fútil.
Passo pela mesa da Nataly, e ela só faltou se jogar da cadeira para o meu corpo, que mulher atrevida e sem vergonha! Pego o elevador, e observo como as mulheres babam quando passo, eu devo ser muito bonito mesmo!
Chego em casa, e vou direto tomar o meu belo banho, arrumo-me, passo perfume! E em seguida ouço:
Toc-toc!
— Quem é? — Pergunto.
— Sou eu filho!
— Entra mãe! — Respondo. — Hoje arrumei-me rapidinho! — Brinco.
— Se duas horas é ser rápido, precisa mudar os seus conceitos de horário!
Olho-lhe com aquele sorriso colgate, e ela retribui.
— Vai sair de novo, filho? — Pergunta.
— Vou! Combinei de encontrar o Douglas na “s*x club!”
— Aquele é um lugar tão r**m, filho! Deveria encontrar uma moça descente...
— Mãe! Pode parar, sei onde quer chegar! E já estou atrasado, não me espere para dormir! — Digo já me virando para sair.
— tchau filho! — Ouço de longe.
A minha mãe sonha, que eu encontre uma mulher para casar, como Pedro encontrou, mas tenho a impressão que esse dia nunca vai chegar, jamais poderei confiar numa mulher novamente, as duas que cheguei mais próximo de amar, apunhalaram-me pelas costas, não posso permitir isto outra vez.
Chego na boate, e logo avisto o Douglas, sentado numa mesa bebendo. Aproximo-me, e sento com ele. Logo aparece a garçonete gata, para pegar o meu pedido.
— Boa noite! O que vai pedir hoje Senhor? — Pergunta a moça.
— O de sempre, Jennifer! E nada de formalidades, já nos conhecemos muito bem! — Sorrio malicioso para ela.
— Ok! Volto logo! — Diz e se retira.
Douglas olha-me curioso, e eu já sabia que viria a pergunta:
— O que aconteceu aqui, que não entendi?
(Ri alto)
— Comi ela algumas vezes, e aconteceu o de sempre! Ficou no meu pé! E você sabe o que faço, quando isso acontece né? — Ri debochado.
— Chamou a Lúcia? Ainda sai com ela? Poderia emprestar-me ocasionalmente! — Ri sarcástico.
— Pode pegar a Lúcia! Eu não ligo! Mas digamos que a garota do balcão se assustou com o que viu, e deixou-me em paz! — explico.
— Comeu a Lúcia na frente dela? Cara você tá pior do que eu! — Diz Douglas horrorizado.
— Claro! Algemei a garota, e ela pensou que eu ficaria com ela, então chamei a Lúcia, que já estava a esperar meu chamado, e comi a louca na frente da Jennifer, e fiz muita coisa diferente com ela! A pobre garota queria matar-me quando soltei! — Me excitei só de lembrar.
— Você é muito safado Matt! — Fala Douglas.
— Não mais do que você! — Risos — Claro que só soltei ela, depois que a Lúcia foi embora, e para fechar com chave de ouro, eu ainda toquei a Jennifer até ela gozar, e a comi também, só queria que ela visse, que sou eu que estou no comando e que ninguém mandará em mim, nunca! Então a soltei e deixei ir! — Digo cínico.
— Caramba! E ela não fez nada, depois que a soltou? — Pergunta.
— Levei uns, tapas! Mas não ligo! Valeu a pena! E tem outra... Logo ela me procura de novo, duvido que me esqueceu! — Digo presunçoso.
— Você é terrível Matt!!!