Capítulo 16 - Tainá

1385 Words

Tainá Narrando... O baile tava fervendo, as luzes girando no ritmo da batida, o chão pulsando como se acompanhasse meu coração. Eu parei um pouco, sentindo o calor da noite e o gosto da liberdade recém-reconquistada. Nem era meia-noite ainda e já tinham chegado uns aliados do complexo. Reconheci de longe alguns rostos, mas foi quando vi Murilo que meus olhos pararam. Aquele sorriso torto, o corte na régua, a presença que não passava batida. Gato é pouco — o cara era um colírio que vinha em frasco de fogo. Putä que pario, ele já tinha um tempo que não aparecia aqui, digamos que meses, mas agora que tá por cá, eu que não perco a oportunidade. — Vamos voltar pro camarote, amiga? ___ falei já com um sorriso malicioso nos lábios, sentindo a adrenalina subir só com a possibilidade. Raabe me o

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