Foi uma saída agitada onde alguns poucos veículos ainda esperavam extrair alguma palavra do herdeiro falsamente acusado, mas Luke apenas os cumprimentou e saiu. Era humano e não podia evitar se ressentir, mas, para se afastar disso, não falou com ninguém — imprensa ou curiosos. — Bem-vindo de volta, filho meu! — Ibrahim o recebeu do lado de fora do carro. — Salaam aleikum… O tom gentil até contrastou com o semblante sisudo. — Wa aleikum essalam, meu pai. — O jovem lhe retribuiu, aliviado. — Imaginei que enviaria um motorista! — Luke riu. — Trouxe o motorista, mas ele guiará o veículo de Amanda. — Agradeço, senhor. — Amanda lhe sorriu. — Disponha. Imagino que esteja cansada, então deve optar por não viajar hoje ou aceitar que um dos meus lhe guie. — Aviso meu pai. — A moça assentiu.

