— Não acredito, Luke! — pasmou Amanda. Após ouvir toda a história, por entre muitos “vixis!” e “eitas!”, Amanda não fazia ideia do que falar para o amigo. — Como você está? — compadeceu-se. — Ficarei bem. Foi difícil me ouvir sendo adjetivado… pior ainda imaginar que essa pecha nunca mais vai me deixar, mesmo que eu prove minha inocência. — Não tem como você ter- — Pelas informações dos advogados, ela teve uma r************l naquela noite, logo esses foram os fluidos recolhidos… mas… sei que provarei minha inocência quanto a isso. — Mesmo que tenha acordado com uma polução, ainda será possível que entendam que você não foi quem praticou o ato s****l. — A moça disse com otimismo. — Eu só posso dizer do que já fiz — deu de ombros. — Apesar de ter sentido um grande misto de coisas, eu

