Luan Al-Ceratag observava a noite. Já passavam das duas horas da manhã, a noite estava escura e o céu nublado. Isso não era comum. As noites eram estreladas e quentes, assim como a lua estava sempre a iluminar o céu. Era um mau presságio, ele sabia. Caminhou até o quarto de sua mãe. - Mãe. - Chamou-a abrindo a porta de seu quarto. - Ainda acordado? - Sua mãe levanta-se, ficando sentada. - Preciso te contar uma coisa. - Entra no escuro e ela liga o abajur. - Diga, Luan. - A mulher franze o cenho, estranhando o comportamento do filho. Luan encara a mulher a sua frente. Por tanto tempo escondeu que sabia a verdade, e hoje vê que devia tê-la apoiado mais, ter dito que sabia da verdade, que não a culpava, e a amava incondicionalmente. - Eu te amo, mãe. - A mulher franze o cenho. - Qu

