Após alguns minutos de medicação , a dor cessou, juntamente com a dilatação. O enfermeiro a leva para um quarto com vista para as ruas movimentadas de Atenas. Lá sentiu-se mais sonolenta que o normal e capaz de desmaiar de sono a qualquer momento. Duas enfermeiras passam pelo quarto conversando, a despertando de seu sono leve. Estava com sede e incapaz de se mexer. Apertando o botão ao lado, não demora para que uma enfermeira apareça. – Está sentindo alguma coisa? – Sede – diz rouca, umedecendo o lábios com a língua. A enfermeira vai até o filtro no quarto, trazendo água em um copo descartável. – Vou pedir para a médica responsável vir – diz após ler sua ficha, pendurada numa prancheta nos pés da cama. A enfermeira volta com a médica ruiva e o aparelho do ultrassom. – Como es

