HADASSA 7 dias se passam e após acabar o luto, Fredik vem até minha antiga casa e pede permissão para conversar comigo. Vovó permite e vamos para a varanda, sentando-se no banco de madeira que vovô mesmo fez quando era vivo. — Oi querida... Eu soube que você irá embora hoje. — Sim, tenho aula e quero me formar no ensino médio. — Entendi, mas agora quero saber sobre nós dois, minha joia... Como ficaremos? — Fredik, vou ser bem sincera contigo. Eu não quero me casar. Ao dizer isso, ele engole em seco e abre a boca, como se estivesse super decepcionado, olhando para baixo. — Olha, eu sei que estou te decepcionando, mas eu não tenho vontade de me casar... Eu não te amo, Fredik. Ao olhar para mim, vejo seus olhos marejarem. — Entendi, mas me escute, eu sei que não sentes nada, mas eu

