Capitulo 35 Continuação

1606 Words

🎣 O LEVIATÃ DA VILA E O DESASTRE AQUÁTICO Eu tava ali, sentado naquele tronco, sentindo o cheiro de mato e o barulho dos grilos me dando sono, mas o que mais me dava agonia era a "cantoria de g**o" do Faísca. O maluco não parava um segundo! Ele tava lá, gesticulando com a vara de bambu como se fosse um maestro de orquestra sinfônica, contando pra Kelly as histórias mais mentirosas e cabeludas da Vila. — “Então, Kelly, o Neguinho aqui é um gênio com computador, hackeia até o micro-ondas da vizinha, mas se tu jogar esse robô num mato desses sem GPS e sem Wi-Fi, o homem pede socorro pra formiga e começa a chorar!” — O Faísca soltou uma gargalhada escandalosa, dando uma cotovelada de leve no braço dela. — “Agora eu, minha filha... eu fui criado no lodo, pegando siri na mão e caçando calango

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