Malfeitor narrando Bati um papo reto com a Malévola. Reto mesmo, sem rodeio, sem floreio. Quase um olho no olho, palavra limpa, porque comigo é assim. Deixei ela bem ciente de uma coisa: se o Teteu decidir ir, não vai ser eu, não vai ser o comando, não vai ser ninguém que vai segurar o cria. Aqui a gente não prende ninguém. Muito menos impede homem de ir atrás de mulher quando o coração já decidiu. Eu falei isso sem peso na voz, mas com verdade. Porque se fosse comigo, se fosse o Malfeitor na situação dele, eu também não ia medir esforço nenhum. Quem vive essa vida sabe. A gente segura o mundo nas costas, segura guerra, segura responsabilidade, mas sentimento… sentimento quando bate, não tem contenção que aguente. A Malévola ouviu tudo quieta. Aquela marra dela, postura firme, cabeça er

