Viviane Narrando Ele não deu trégua. Cada investida era firme, profunda, resolvendo meses de saudade em atos brutais e necessários. Eu recebia, com o corpo todo aberto, gemendo a cada preenchimento, já fraca das rodadas anteriores, mas ainda com fome dele. Meus músculos tremiam, meus gritos estavam roucos. — É isso… amo te ver assim — ele rosnou no meu ouvido, o suor dele pingando no meu pescoço. — Fraca, toda desmontada depois de levar madeirada. Sabendo quem é que manda nesse corpo. As palavras dele, misturadas ao t***o, me levaram ao limite. Senti a tensão dele crescer, o ritmo ficar descontrolado. Ele gemeu meu nome, um som gutural, e então veio a última investida, funda, enquanto eu também era atingida por uma onda final de prazer, me contorcendo sob ele. Ele desabou por cima de m

