Malfeitor Narrando A boca dela ainda tava doce de morango, igual eu sabia que ia tar. Peguei minha ruiva no colo, senti o cheiro dela me envolvendo, e ali, naquele quarto de visita íntima, o mundo lá fora parou de existir. Eu só sabia que ela tava ali, quente, macia, viva, e que eu tava com uma fome que nem dava pra explicar. Quando o beijo afrouxou um pouco, ela arfou e sussurrou: — Amor… tu não vai comer primeiro? Tem comida fresca aí… Dei uma risada baixa, rosnando quase. — Comer? Pørra, ruiva… comida eu tenho todo dia. A tua bøceta com calda de morango? Só existe uma. E é essa aqui que eu vou devorar agora. Ela gemeu, aquele som que me deixa doido, e eu já tava levando ela pro colchão. Deitei ela devagar, com um cuidado que eu só tenho com ela. Meus dedos já tavam na barra da cam

