Teteu Narrando Mano, do portão até a porta de casa, minha mente já tava a mil. Malévola na minha cola, aquele cheiro dela enchendo o ar, aquele olhar de quem sabe que é dona da situação... pørra, eu tava com uma fissura que só ela sabe matar. Assim que a porta fechou, não deu outra. Apertei ela contra a parede e comecei a arrancar a roupa dela na força. Quando puxei a calça e vi que ela tava sem calcinha, fiquei doido e bolado ao mesmo tempo. — Tu viajou assim, gata? Andando por aí sem calcinha? — falei rouco, passando a mão na bøceta dela e sentindo que já tava toda molhadinha. A safadä só deu aquele sorriso de canto, levantou a perna e colocou no meu ombro, deixando tudo na minha cara. Não deu outra, cai de boca. — É isso, Teteu... assim mesmo... — ela gemeu, se contorcendo toda. Co

