Yara Narrando Assim que a Taquara me deixou em casa, eu já desci do carro tirando o chip do telefone e jogando no mato sem nem piscar. Bloqueei ele no zap, nas redes, em tudo. Só não resetei o celular porque eu tenho minha vida, tenho minhas correrias, minha irmã, a Vivi... Mas eu entrei em casa virada no demônio. Ele podia ter me deixado quieta, podia ter fingido que eu nem existia. Mas não. Ele teve que fazer eu ver com esses olhos a vaca da Laís ajoelhada no hospital, chupandø ele como se estivesse recebendo o Espírito Santo. Eu já sabia? Já. Mas precisava ver? Não. Pørra nenhuma. Ali eu tomei a decisão da minha vida: nunca mais. Nem se ele tivesse preso, solto, no topo do morro ou no quinto dos infernos — nunca mais. Eu não nasci pra ser feita de otária. Muito menos por Cuscuz,

