Capítulo 168 Cuscuz

1168 Words

Cuscuz Narrando Putä que pariu… eu saí daquele pagode virado no demônio. Subi pra casa na marra, peito estourado, respiração toda atravessada. Entrei, larguei a camisa no chão e fui direto pro banho. Joguei água gelada no corpo, mas a cabeça… a cabeça não parava. Parecia tamborim batendo dentro do meu crânio. A imagem dela não saía da minha mente. Minha sereia. Minha Yara. A mulher que eu amo desde o dia que botei o olho, desde o momento que ela sorriu pra mim sem medo de quem eu era. Só que algo tava errado. A sensação não passava. A inquietação me dando tapa na alma, mandando eu levantar e ir atrás dela. E eu fui. Desci de casa, dei a volta pelo beco, cortei pela escadaria e quando virei a esquina da praça… meu mundo parou. De longe, eu reconheci aquela mão. Aquela mão maldita no

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