Malévola Narrando Assim que eu passei pelo portal e senti ele atrás de mim… eu soube. Ele tentou manter postura, tentou ficar sério, tentou vestir aquela marra de cria comandante… mas o olhar entregou. Ele lembrou. Eu lembrei. E o corpo também. Quando ele me puxou e grudou minha boca na dele, eu só confirmei o que sempre soube: Teteu nunca foi menino. Nem quando era menor. Já nasceu com mão firme, pegada de macho feito, energia de quem nasceu pra dominar e não pedir licença. O beijo foi daquele jeito — urgente, quente, necessário. A mão dele no meu cabelo me deu um choque na espinha, e quando ele apertou minha cintura daquele jeito bruto e ao mesmo tempo calculado… meu corpo respondeu sem pensar. Eu já tive outros homens — vários, inclusive — homens treinados, disciplinados, perigo

