Capítulo 142 Teteu

1380 Words

Teteu Narrando Mano… tem uns corre que até hoje eu fico pensando: pørra, onde foi que eu assinei pra entrar nesse nível de loucura? Só que é aquilo: chamou, eu colo. Ainda mais quando é o Gavião — se ele pede sigilo, é porque o bagulho não é só sério… é pessoal. Lembro direitinho quando ele falou: “Teteu, vamo. Não pergunta. Só segue.” E eu segui. Quando chegamo na área militar, eu já senti o clima pesado, tipo ar carregado antes de tempestade. Só que o que me travou foi ver o Gavião levantar a peça e meter bala no Tavares sem nem fazer contagem de três. Frio. Direto. Sem piscada. Eu pisquei por reflexo — nem foi susto… foi respeito. E aí… mano… a Mércia. Careca. Marcada. Fødida. Com os olhos queimando ódio igual fósforo aceso na gasolina. Ali eu entendi: aquela missão não era B.O

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