Viviane Narrando Depois que desliguei o telefone com o Malfeitor, fiquei ali parada por uns segundos, tentando organizar a cabeça. O coração ainda batia acelerado, e a sensação era aquela mistura de ansiedade e cansaço que só quem vive nessa correria conhece. Respirei fundo e me movimentei na direção das meninas, sentindo a música do pagode batendo forte, o corpo delas rebolando, o riso solto, mas eu não conseguia me desligar de tudo o que tinha acontecido. Yara, como sempre, estava no canto dela, olhando meio perdida, até que se afastou para ir ao banheiro. Eu senti aquele frio na barriga antes mesmo dela sair da vista, porque sabia que as coisas estavam prestes a explodir. Não demorou muito. O grito de Cuscuz cortou a noite como um estalo. A confusão começou, Fefeu se metendo, Yara te

