Este venerável e suas outras metades.

3229 Words
Enquanto mergulhava na escuridão, lembranças de um passado não tão distante atravessavam a mente de Jimin como cascatas, como se os quatro cavaleiros agora vivendo dentro dele, desejassem conhece quem era de fato Jimin. Sonho e verdade se misturando a emoções conflitantes, passado e presente em desequilíbrio. Sentado na grama verde Jimin anotava em seu livro destraidamente. Por meses ele se preparou para começar um livro, um grimório: mas este livro teria seu traço em particular, contando do seu ponto de vista como foi observar as criaturas mágicas do reino imortal. Seu jardim fora invadido por pequenos gnomos travessos, que roubava frutas e fugiam rindo loucamente. Fora no momento de distração anotando o que observou que um pergaminho branco surgiu no ar. Supreso Jimin o pegou. Escrito em uma caligrafia perfeita estava as seguintes palavras: 'Venerável Jimin, quem te escreve é um anjo. Esse é um convite oficial para que te encontre comigo em uma reunião importante onde temas do Céu e da terra serão tratados. Entre os convidados estão: Namjoon, Hoseok, Yoongi, Jungkook e Taehyung seu estimado padrinho. Subscrevo-me Darius, guardião dos portões do Céu.' A maioria dos nomes era desconhecido para Jimin, mais o último ele não poderia esquecer, Taehyung...Taehyung! Saltando de pé Jimin correu pelo grama com os pés nus, atravessou a porta aberta e correu pela sala até a cozinha requintada de sua fortaleza. O coração batia forte contra o peito, os olhos brilhando em ansiedade. Na cozinha uma figura de roupas verdes e avental rosa com os dizeres:"socorro, estou na cozinha" cortava legumes. O mesmo se virou sorrindo ao ver Jimin entrar como o vento. Aquele era Morad, um demônio legião dado a Jimin por Taehyung a muito tempo. No início Morad era um demônio menor, feito pra cumprir tarefas como servir os reis do inferno. Seu corpo era verde escamoso e ele não tinha sexo, sua aparência era identificável. E tudo continua igual, execto pelo fato de que Taehyung deu a ele um corpo humano comum, seu rosto era do tipo facilmente esquecido e nenhum traço em especial, mais ainda era um rosto humano sem os dentes amarelos e afiados de outrora. Jimin entregou o pergaminho sem dizer nada, mais Morad não o tocou por ser material angelical, então leu de longe. Sua mente também focou na mesma parte que Jimin. "Meu rei supremo Taehyung! Que incrível." Jimin andava de um lado a outro na cozinha mordendo o dedo indicador. "É, é ele. Não sei que evento é esse mais estarei lá, preciso estar lá" "Meu lorde vai amar meu rei, ele é o ser mais belo dos mundos." "Como acha que devo me vestir? Quais cores?" "Qualquer coisa que colocar vai ficar bom, mais dourado é sua cor." "Como eu deveria me portar? Não tenho dúvidas que todos lá serão elegantes." "Seja você mesmo. Mas se alguém perguntar algo que não sabe, você diz de forma elegante 'prefiro não comentar'" Tanto o Jimin que assistia as lembranças novamente quanto o das lembranças, sorriam. Sua mente se tornou uma manhã confusa de névoa até que outra cena se formasse. Desta vez um Jimin de jeans escuro, sapato preto com salto e blusa fechada dourada e brilhando a distância com milhares de diamantes, contemplava com verdadeiro encanto a divisão dos mundos. Uma voz estranho falou perto dele de repente: "Nunca chove na divisão dos mundos." Jimin se virou pra encontrar um homem de óculos meia lua e terno bem passado logo atrás dele, seu nariz e boca finos e olhos estreitos. Ele sinalizou para Jimin "Sou Darius, é uma honra conhecê-lo. Eu não falo, mas as vezes posso usar o som do vento para projetar uma voz." Jimin deixou escapar: "Um anjo mudo?" Darius não pareceu se importar e caminhou tranquilamente em direção ao penhasco, Jimin entendeu que deveria segui-lo. "É cedo para perguntar o que faço aqui?" "Não, na verdade eu deveria explicar no pergaminho mais não quis me prolongar. Talvez você não saiba, mas a muito tempo o mundo foi dividido entre cinco criaturas, os cinco selos. A vida em primeiro lugar pois nada seria algo sem ele. A morte quando percebemos que o mundo não seria um paraíso e seria melhor que todos morressem um dia e renacesse para tentar novamente. A natureza porque algo de extrema importância como a natureza deve ser representado por um espírito de forma corpórea." Jimin observou: "Ainda faltam dois." "Sim, mais eles são apenas o equilíbrio de bem e m*l. Uma vez que não há paraíso o mundo vira uma balança e o bem e o m*l devem pesar da mesma forma, nem mais nem menos." Darius parou em frente ao penhasco assim como Jimin: "Se a reunião é entre os cinco selos, então o que faço aqui?" "Decidimos apenas alguns séculos atrás que os cinco selos não representavam tudo e todas as coisas. No topo da pirâmide há os cinco representando ciclos da vida, mais é o suficiente? E quanto aos humanos? E quanto às outras criaturas vivas como lobos, vampiros e tantos outros? Com essa conclusão feita o cinco passou a ser seis, escolhemos alguém mais não falamos com ele. Com o representante dos imortais escolhido, doze anos se passou. Uma criança nasceu, ele tinha uma energia de vida e uma curiosidade de tudo, a mente aberta, ele era superior a qualquer humano comum. Essa criança foi abençoada pelo céu e se tornou o número sete. Sendo assim os cinco selos passou a ser seis depois sete. Jimin pareceu confuso. "Quem foi o escolhido que você não contou pra ele?" "Ah, sim, o número seis. Era você Jimin." Supreso Jimin encarou o anjo: "Eu sou o seis e essa criança é o sete?" "Antes era assim, mais mudamos a ordem e a criança Seokjin é agora o seis e você é o sete." Demorou um momento de silêncio em que Jimin ajustava sua mente, não era a ordem dos imortais que importava mas o fato que ele passou a ser um dos selos do mundo! "Porque eu? Não precisa fazer algo heroico pra entrar para os sete selos?" Darius negou. " Se esse fosse o caso, Taehyung não seria um dos sete selos." Jimin gaguejou por um momento antes de conseguir dizer: "Taehyung é um dos sete selos? Mais ele é satanás! Quer dizer, eu nem sei se posso falar isso com um anjo." "Não se apegue a isso, Taehyung é quem é. Mais é também o m*l, e como eu disse precisa haver equilíbrio." "Você está do lado da balança que representa o bem?" Darius negou antes de voltar a sinalizar: "O anjo do outro lado da balança é diferente de todos nós, quando você conhecê-lo vai entender." De fato Jimin entendeu quando Jungkook chegou. Darius parecia uma pintura antiga sem emoção e todos os anjos deveria ser iguais, no entanto, Jungkook chegou com um sorriso doce de orelha a orelha, com olhos escuros e doces como uma criança, dentes fofos e cabelos negros. Sua beleza de um homem mas aura infantil. Ele cumprimentou Jimin com doçura e fez milhares de perguntas, enquanto alimentava a curiosidade do anjo Jimin notou que das sombras um jovem com roupas brancas como a neve se aproximou. A aura que ele carregava não era boa tampouco m*l, era apenas forte. Seu rosto e pele eram delicados como uma boneca de porcelana, e seu olhar era distante, desinteressado. Mais isso não o deixava menos belo. Darius o apresentou como Yoongi, mas o mesmo disse que Jimin devia lembrar dele como a Morte. Seokjin foi levado até ali por um portal mágico plantado na porta de sua casa. Como ele não tinha conhecimento disso até encarar quatro rostos desconhecidos, ele ficou bastante assustado. Seu rosto infantil já revelava a beleza que ele teria no futuro. Após uma explicação de Darius e uns truques de Jimin, Seokjin se acalmou e se mostrou animado ante a perspectiva de um mundo novo. Namjoon escolheu esse momento para chegar. Era inverno e seus cabelos brancos flutuavam como uma cortina, os olhos verdes e trajes vermelho. Os olhos de Seokjin brilharam. Hoseok e Taehyung foram os últimos a chegar e finalmente Darius contou o motivo da reunião, apresentando os outros dois como o que faltava para completar os sete. A função dos sete selos não era nada, apenas se o mundo tivesse sendo ameaçado, então caberia a eles resolverem a questão. Foi naquele momento que uma discussão começou, se transformando em uma briga onde árvores de mais de cem anos foram arremessadas. No fim da reunião havia muitas promessas de: "eu nunca mais volto a esse lugar com vocês." Mesmo agora revendo os acontecimentos Jimin ainda não sabia quem ou porque a briga que selou o ódio começou. Quando a névoa de lembrança desapareceu Jimin sentiu seu corpo deitando no chão frio, escuro total. Ele ficou de pé com muita dificuldade, sua visão se ajustando a escuridão, havia uma porta de madeira a poucos passos dele, após ver que estava trancada Jimin bateu na madeira duas vezes e ela abriu com um rangido. Ele não estava mais no submundo, seu corpo foi atirado pelos quatro cavaleiros para o mundo humano. Jimin sabia que ele devia estar muito longe se os quatro cavaleiros quisessem fugir da aura justa de Miguel e a fúria de Taehyung. As casas de arquitetura europeia, principalmente de estilo germânicos, eram suntuosas. Havia pouco movimento nas ruas e Jimin precisou andar por um momento até encontrar alguém. Um jovem rapaz de cabelos cacheados estava sentado na calçada, suas roupas surradas revelando a situação de rua. – Com licença, você pode me dizer onde estou? O sem teto olhou pra Jimin supreso, mais logo sorriu: – Você é gringo? Não entendi uma palavra do que você falou. Jimin conhecia aquele idioma. Trocando para o português do Brasil, Jimin se corrigiu. – Falha minha. Sou turista, pode me dizer onde estou? – Nossa, seu português é muito bom, caralho... Você nem deve saber o que é c*****o né? – Na verdade essa palavra existe em vários idiomas. – Você nem tem sotaque. Como você chegou aqui sem saber onde tá? Você foi roubado ou sequestrado? Essa roupa é do seu país? Jimin olhou pra si mesmo pra notar que ainda usava a túnica angelical, que em contraste com a calça e o casaco do desconhecido, eram muito estranhas. Percebendo que não teria resposta até que o homem tivesse sua ansiedade aplacada, Jimin respondeu engolindo um suspiro. A única cidade que ele conhecia era a de Seokjin. – Eu sou da Coreia do Sul. Essa roupa é comum em festas em homenagem aos deuses. O desconhecido ficou de pé de repente. – Deuses? Que besteira, isso não existe. Amor só de mãe, paixão só de Cristo. – Eu acredito Nele, é só uma tradição antiga. Você pode me dizer onde fica o hotel mais próximo? – Tem um monte aqui, esse cidade recebe muito turista. Ah, você tá em gramado, Rio Grande do Sul. – Obrigado. Eu sou Jimin. Qual seu nome homem gentil? – Enzo. Como você chegou aqui? – É uma longa história. Enzo voluntariamente acompanhou Jimin até uma construção de dois andares amarela de portões preto. Jimin já atravessava o portão quando notou que Enzo ainda estava ali, se amaldiçoado por ter esquecido, ele disse: – Porquê não deixa eu pagar um quarto pra você essa noite? Uma forma de agradecer. Jimin esperou pacientemente, brasileiros eram desconfiados por natureza. Mais além de se adaptarem à situações extremas, eles também eram ótimos em flertar com a morte. Se a chuva criasse uma cratera na rua e a água se acumulasse eles tormariam banho como em uma piscina, eles também tocariam em fios de energia no meio de uma tempestade ou correriam por aí correndo o risco de ser atingindo por um raio. A capacidade de sobrevivência e adaptação deles é inquestionável. Tudo isso Jimin aprendeu no livro dado por Taehyung a muito tempo: "mil motivos para desprezar a raça humana, nenhum motivo para aprecia-los" Embora Jimin tenha perguntado quem era o autor do livro, ele sabia que só uma pessoa escreveria algo assim e ainda usaria um codinome como: "chifre rosa." O livro era um resumo bem depressiativo sobre as cidades humanas ao redor do mundo. A capa era rosa com desenhos adoráveis, todavia, o conteúdo...Não acredito que os seres humanos possuam um palavrão tão grande assim. Jimin já havia se esquecido onde estava quando Enzo respondeu: – Valeu mano. — Ele entrou na frente. Após pagar dois quartos com o dinheiro que a túnica materializou, Jimin convidou Enzo a jantar com ele, ambos se fartaram da culinária brasileira, e só após muitos pratos ambos seviram-se de café. Enzo perguntou enquanto segurava a xícara: – O quê você tá fazendo aqui Jimin? Foi enganado por uma brasileira? Jimin ponderou por um momento, ele podia inventar uma história ou incentivar o que Enzo acreditava, mas ele não estava interessado em inventar uma história e Enzo já o achava meio louco: – Estou fugindo do meu padrinho Lúcifer. – O nome do seu padrinho é Lúcifer? – Meu padrinho é o próprio Lúcifer. Enzo engasgou com o café e olhou pra Jimin como se decidisse se cabia a ele chamar o hospício, mais ele acabou decidindo entrar no jogo. – Ele tá atrás de você? Não é melhor chamar a polícia? – Ah, não não. Ele não é uma ameaça de verdade, mais com certeza tá bravo. – O quê você fez? – Em resumo, ele estava com problemas então pra ajudar, roubei o motivo de toda confusão e fugi. – O quê poderia ser roubado de seu padrinho? – Os quatro cavaleiros do apocalipse. Enzo lutou pra não jogar pra fora o café tomado a pouco: – Aqueles da bíblia? – Hum. – Você é doido de pedra. – Você não está errado. – Mais é criativo. Porque não fugiu pra casa de um amigo? – Porquê eles estão todos com meu padrinho, nesse momento Miguel quer os cavaleiros mortos e pouco importa se eu for junto. – Esse seus amigos são demônios? – Não, tem morte, vida, anjo, é uma mistura. – Você tem a mente fértil. Parece um grupo de apoio. Jimin suspirou: – Eu na verdade não sei se somos amigos de verdade, estamos juntos por obrigação, pelo menos eles. – Questão de tempo, logo vocês serão uma família. – Obrigado, mas é mais complicado. – Você vai continuar fugindo do seu padrinho? – Nem mesmo se eu quisesse, é questão de tempo até que ele me encontre. Ele só não me encontrou ainda porque minha assinatura de energia está unida com a dos quatro cavaleiros, formando uma energia nova, mais logo logo ele me encontra. Ambos ficaram em silêncio por muito tempo, Enzo ainda o olhando como se fosse lamentável um jovem estar tão louco, Jimin apenas sorriu, Enzo podia parecer mais velho mais Jimin tinha mais de cento e cinquenta anos na frente. Enzo sorriu com entusiasmo. – Acho que sei como mudar sua situação com seus amigos. – Tem minha atenção. – Nos filmes pessoas como vocês montam um grupo, uma seita ou algo assim, lutar por aí e salvar pessoas é uma forma de união. Jimin sorriu mas novamente suspirou: – Você também tem mente fértil. – Pense bem, vocês têm poderes e podem usá-los pra ajudar os abandonados. Junte todos eles e saia por aí buscando aventura. Enzo parecia cada vez mais animado, citando um longo monólogo sobre magia, honra e família, sua mente divagando cada vez mais. Mais embora ele não levasse aquilo a sério Jimin sabia da verdade, e levou consigo. Muitas horas de planejamento depois, Enzo se despediu de Jimin, muito cansado. Ele estava no topo da escada quando se voltou pra Jimin uma última vez: – Quando você montar seu grupo e começar a coletar aprendizes, venha me buscar. Jimin sorriu e respondeu com toda sinceridade: – Você será meu primeiro discípulo. Jimin se arrastou para o quarto de pedra e finalmente decidiu olhar o próprio reflexo no espelho. Seu olhos eram dourados quando ele usava os poderes, mais normalmente eram pretos. No entanto, se olhando no espelho agora Jimin perdeu os olhos negros pra um castanho avermelhado. Seu cabelo antes curto, estava agora na nuca e o olhar doce deu lugar a um olhar malicoso. Estando em um mundo desconhecido e sozinho, Jimin não podia dormir seu sono dos mortos e ficar vulnerável, só lhe restava vagar no quarto pelo resto da magrugada, pensando o que aconteceria agora que ele carregava quatro enfermidades. As mudanças não eram apenas internas. Seu coração se apertou. Enquanto olhava o céu escuro clarear lentamente, Jimin pensou se teria que fugir dos anjos pra sempre... e se a essa altura Taehyung já teria reunido um milhão de ovelhas pra assuta-lo até a morte como forma de vingança. Quando os primeiros raios dourados do amanhecer refletiu no rosto belo de Jimin, a única conclusão que ele chegou foi: Taehyung vai me matar, me assar em fogo lento e servi aos cães do inferno. Antes de partir Jimin deixou pra Enzo uma boa quantidade de dinheiro, não muito mas o suficiente pra melhorar sua vida e partiu sem se despedir. Jimin não voltou ao submundo, tampouco a sua casa na divisão dos mundos. Ao invés disso seu corpo se materializou na floresta que Hoseok e Namjoon tinham criado, floresta nefasta ou Neideg. O lugar era tão belo quanto suas lembranças, havia no ar o cheiro de flores e frutas frescas, e enquanto em alguns pontos fazia um calor confortável, em outro flocos de neve enfeitava a grama verde. Os animais correram pra recepcionar Jimin com entusiasmo, o derrubado em baixo de uma árvore congelada. Logo os seis sentiriam a energia de Jimin e chegariam até aqui, enquanto esperava Jimin fez carinho em cada animal da floresta, dando igual atenção a todos. De repente um gincho estridente quebrou o silêncio, Jimin olhou para o céu de onde vinha o som. Uma fênix prateada cortava o céu limpo com o bater gracioso de suas asas, procurando por algo. Ao ver Jimin embaixo da árvore seu corpo mudou a direção e desceu dos céus como um raio, parando a centímetros do chão onde se transformou no gato prateado que Jimin ganhou de Hoseok. Ele miou agressivamente, como se brigasse com o dono por não levá-lo junto em suas aventuras. Jimin sorriu estendendo os braços, e com um olhar de indiferença o gato passou pelos outros animais e pulou no colo do dono. – Como você me achou? Me desculpe, não vou esquece-lo de novo. Jimin estendeu sua mãe livre na direção de um pequeno coelho, no entanto o gato em seu colo o tocou com a pata, não permitindo ao dono o direito de tocar outros animais. — Você é ciumento. Após tentar inúmeras vezes tocar outros animais furtivamente, Jimin ria a cada miado de aviso do gato ciumento. E foi rindo com flocos de neve caindo a sua volta que encontraram Jimin. Hoseok, Seokjin e Jungkook pareciam aliviados enquanto Namjoon e Yoongi não acrescentaram nada. Taehyung chegou por último e olhou para Jimin com os cabelos pingados em neve e diversos animais deitados a sua volta, como um jovem príncipe e seus fiéis súditos. O olhar frio de Taehyung, no entanto, fez Jimin estremecer em medo e felicidade.
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