Mia Puta que pariu, minha vontade era de gritar aos quatro ventos, dizendo o que eu estava sentindo. Minha bocetinha estava doendo, meu corpo estava doendo; eu necessitava do Ryder, sua boca em minha pele era uma perdição. — Ryder, meu Deus, o que você está fazendo comigo? — eu pergunto, chocada ao sentir os dentes dele no meu bumbum, descendo pelas minhas coxas e pernas. — Amando como você deve ser amada! — ele diz e me vira, me olhando com admiração e não com receio e nem nojo. Aquele olhar dele transmitia um fogo, uma fome, um desejo e amor; sim, eu via amor, como eu nunca tinha visto em Nico. Foi um ato reflexo que me fez tentar esconder os s***s com as mãos. — Nem pensar, dona Mia. Esses s***s maravilhosos serão cobertos pelas minhas mãos e pela minha boca — ele informa com um

