Thomas narrando. Ela se joga no sofá, rindo de mim, mas ainda espero uma resposta. O que tem de errado nisso? Por que tudo que quero fazer parece ser motivo de piada para ela? — Você é engraçado. — Mas não foi piada, falo sério — digo, tentando manter a firmeza, e ela me olha com aquele olhar misto de receio e curiosidade. Continuo firme, aproximando-me um pouco mais. — Eu acho que não, Thomas. Isso é literalmente gosto de água com açúcar, é horrível. E fora que não dá, né? Um homem adulto mamando… é bizarro — ela fala, enrolando as palavras, cada sílaba carregando uma mistura de riso e nervosismo. — Posso ter minha prova? Aí terei meu veredito — digo, sinceridade misturada a uma ponta de provocação, e ela solta uma gargalhada alta. — Desculpa, mas isso é muito engraçado — ela

