Entrar nessa casa foi como mergulhar em um pesadelo sem fim. Meu coração parecia apertado, e a sensação de estar completamente vulnerável me desolava. Não sabia o que fazer, para onde ir ou se ainda havia alguma chance de escapar. Só de olhar ao redor, já era evidente: essa casa era um verdadeiro cárcere, rodeada por homens armados que pareciam viver para proteger aquele que me trouxe até aqui. A mãe dele, Helena, me acolheu assim que pisei os pés neste lugar. Ela parecia ser uma mulher de coração bom, o oposto de seu filho, mas ainda assim... confiar era algo impossível. Cada gesto dela, mesmo sendo gentil, parecia distante, como se nada pudesse preencher o vazio e o desespero que dominavam meu peito. Minha tia... ela viu quando fui levada. Seu rosto de desespero e os gritos implorando p

