A droga corria feroz pelo meu organismo, pulsando em minhas veias como fogo líquido, me deixando em um estado onde nada mais importava além do desejo bruto e da necessidade de aliviar essa p***a de tensão que insistia em me consumir. Minha mente oscilava entre o prazer químico e a maldita lembrança daqueles lábios suaves, inexperientes, perigosos. Feiticeira desgraçada, praga enviada direto do inferno para me desestabilizar. Eu precisava esquecer, apagar qualquer vestígio daquela sensação que ainda queimava na minha pele. E a melhor forma de fazer isso? Fodendo. Qualquer uma serviria, desde que me fizesse parar de pensar nela. A enfermeirinha do postinho parecia perfeita para isso. Se faz de santa, cheia de moralidade, mas no fundo, eu duvido que seja tão pura quanto finge ser. Sempre de n

