Eu corro mato a fora até que vejo Leila de longe ajoelhada na beira de um riacho, eu fico parado vendo ela, a raiva tinha me consumido por inteiro quando ela me disse sobre a criança ser minha filha, isso que eu pedi a ela sobre, isso que eu mencionei a paternidade de Ravi diversas vezes, nada disso teria chegado até aqui se ela não tivesse mentindo. Ela pega a arma na mão dela e vejo que ela encara a bala, ajoelhada no chão, ela confere a quantidade de bala dentro da arma e é quando ela começa a levar a arma sobre a cabeça dela que eu vejo a m***a que a Leila ia fazer. Ao invés de gritar que poderia fazer ela se assustar e atirar realmente nela, eu saio correndo descendo aquela ladeira até o riacho que nesse momento pareceu como se eu tivesse atravessando o Rio de Janeiro de ponta a pon

