8 capítulo

1008 Words
Bianca Acordo no outro dia com meu celular tocando, olho para o outro lado e vejo que o Rato ainda ta dormindo, saio da cama sem fazer barulho, visto minhas roupas e saio da casa dele antes que ele acorde. (...) Chego em casa e vejo Kauê assistindo e minha na cozinha, vou direito na minha mãe. _ Bom dia mãe. Digo dando um beijo nela. _ bom dia meu amor, quer tomar café. Pergunta toda carinhosa. _ não mãe já tou atrasada, só viu tomar um banho e ir trabalhar. Digo indo para meu quarto. Término meu banho e coloco uma roupa fresca para ir trabalhar passo um make básica e saio do quarto indo da uma beijo na minha e no Kauê e depois saindo de casa. (...) Hoje o dia passou rápido teve bastante movimento aqui na loja, agora é hora do almoço estou indo fala com Anne para nois ir no pagode que vai ter aqui no morro ela aceito depois de eu fica implorando, me despeço dela e desço para comprar um lanche e volta para trabalho. Acabei de saio do trabalho tou subindo o morro quando eu vejo o Rato conversando com aquela p**a da Paula, chega meu coração se aperta, ainda gosto dele e me lembro oque ele falo antes de eu durmi mais não consigo confia mais nele. Prefiro ignoro eles e subo para minha casa, chego e já indo vou me arrumar para o pagode. .... Anne Depois de uma tempo o sombra chega, ele faz o toque com o Rato e senta do meu lado, ele é tão cheroso, ele ta lindo com uma camisa preta da Lacoste e uma calça jeans azul e com uma corrente fina mais de ouro e um relógio, primeiro dono de morro que não vejo com um monte de corrente no pescoço. _ E ai branquinha. Diz chamando minha atenção. _ Oie sombra. Digo olhando para ele. _ quer uma cerveja. Pergunta vendo que minha acabou. _ não já tomei demais. Falo desviando a olhada que ele da para mim. _ milagre que não ta me tratando com ignorância. Pergunto estranhando, pois as três vezes q ele falou comigo foi na ignorância. _ qual foi branquinha, esse é meu jeito pow. Diz dando um sorriso de lado, que sorriso lindo. _ Hm. Digo perdida nesse sorrisinho lindo. _ tira foto pô. Diz convencido. _ só, se você quiser que queima a tela do meu celular. Digo mentido na cara dura pois esse homem é uma perdição. _ sei, ta quase babando em mim. Diz ficando sério, reviro os olhos. Quando eu ia responde chegou uma menina, me olhando feio, parece q tava faltando pano no short. _ oie amor. Diz querendo senta no colo dele. _ e qual foi, ta me estranhado. Diz empurrando ela que cai no cão. Tento não rir da cena patética que essa minas se submete passa só para virar primeira dama. _ ai só vidinha. Diz se a levantado. _ alá, tu não aprende mesmo, que eu não tenho nada contigo, agora vaza fia. Diz já perdendo a paciência. Nem tou mais a atenção e me a levanto indo embora já que a bia sumiu que eu nem vir com o Rato, esse dois nem sei não viu, sei que ela não não me conto a história toda mais também não vou força ela a fala, quando ela sentir a vontade ela fala. (...) Quando tava perto da rua de casa um moto para bem perto de mim, quando eu olho é o sombra. _ sobe ai. ele diz. Eu subo sem entender nada, ele acelerar subindo o morro, eu agarro sua cintura pois ele vai muito rápido. Ele para bem no alto do morro e quando eu desço, vendo como o quanto aqui de cima a favela é linda, bem iluminada, como é diferente de tudo aqui é nois ver na TV e o povo fala e o tanto que já fui preconceituosa sobre esse lugar e o tanto q aqui em uma semana me fez tão bem. (...) Eu me sento no banco que tem aqui do lado dele, olho para ele que ta olhando lá para baixo. _ porque me trouxe para aqui. Pergunto sem entender nada. _ nem eu sei. diz perdido olhando a favela. Preferi fica cala só observando a favela e o tanto que minha vida mudo depois que eu perdi minha mãe para cânce, essa doença foi matando ela cada dia, e eu fui junto com ela pois vir cada lágrima vir sua dor, vir seu cabelos caindo e isso foi destruindo ela, o tratamento parece que ia matando ela lentamento, ela nunca melhorava só piorava foi quando depois de um ano ela disistiu e preferiu morrer. Não pude nem chorar por sua morte pois tive que correr atrás de tudo sozinha, ampara meu irmão, arruma faxinas para da de comida para meu irmão pois todo o dinheiro que tínhamos foi para seu tratamento e o resto aquele mostro uso para drogas e bebidas, lembro com olhos cheios de lágrimas. _ o que foi mina. Pergunta me tirando dos meus pensamentos. _ Nada. Digo enxugando algumas lágrimas. _ ta ai chorando e não é nada. Fala me olhando sério. _ só estava pensando como minha vida de três anos atrás mudou tanto. digo segundo as lágrimas. _ oq aconteceu para você para aqui no meu morro. Pegunta olhando para mim. _ meu padrasto tentou me estrupa. digo meu sentido suja só de lembrar. _ e tua mãe. pegunta travando os dentes e ficando sério. _ morreu a dois anos. digo sentido minha garganta seca e um nó se forma na minha garganta. _ sinto muito. diz suavizando sua expressão. Sem espera ele me abraça, e nesse abraço eu me sinto segura e confortável com isso e acabo caindo no chorou, choro nunca, choro por não ter mais ela aqui, por ter matado alguém e por medo de falha e não conseguir fluir a falta dela na vida do meu irmão.
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