CAPITULO 4

2193 Words
Tenho 35 anos (completados neste mês de julho), loiro, 1, 90m, 86kg, barba rala e olhos claros. Sou um cara de coxa torneadas e depilo as partes íntimas. Ontem, foi a noite de prestigiar o casamento de um casal de amigos em Pelotas. Festa chique, muitos convidados, realizado na fazenda dos pais do noivo, meu amigo de anos. Desde o meio dia, nós homens, já estávamos curtindo a "despedida de solteiro"; fazíamos churrasco e bebíamos chopp. Muitas risadas, muita bebida e muitas recordações. Falávamos das festinhas que fizemos durante a vida; mulheres, noitadas e etc. Assim como eu, alguns convidados mais próximos também se hospedaram na vultuosa casa da propriedade rural que conta com oito suítes. Obviamente que ao aproximar-se da hora da cerimônia de casamento, todos nós já estávamos "alegres" por conta da bebida. Era hora de nos recolhermos para o banho e vestir-se apropriadamente para o cerimonial. Alguns de nossos amigos estavam muito embriagados; as esposas bravas os chamavam para poder organizarem-se. Bom, a pessoa que interessa é Geovana, esposa de um dos caras que beberam a tarde toda, talvez um dos mais bêbados daquela tarde. Carolina é uma mulher dos seus quarenta anos; uma loira de pele bem clarinha, olhos verdes, regulando de altura comigo, cabelos lisos, de s***s exuberantes e muito bonita de corpo. Geovana chama seu marido, já pela quinta ou sexta vez; agora brava, vai até ele e o leva para o quarto para arrumar-se. Motivo de risadas para todos que ali estavam. Resumindo: todos fomos nos arrumar; é chegada a hora do casamento e depois a festa que se estendera até quase o amanhecer. Começada a festa, após o SIM dos noivos, música rolando e tal, e pós um tempo, vejo Geovana sozinha, conversando com uma e outra amiga, dançando, bebendo champagne e etc. Notei que ela passou de um estágio de chateada e aborrecida (certamente porque seu marido fez vários fiascos e havia ido dormir), para um grau de felicidade e curtição daquela noite. Eu a conhecia, mas nunca tivemos qualquer i********e, sequer havíamos tido a oportunidade de conversar, até porque ela é casada. Ocorre que aproximadamente as duas horas da madrugada, saí do ambiente da festa e me dirigi à rua para fumar. Ali estou, local ermo, só ouvia o som e via as luzes que brilhavam naquela pirâmide montada para a festa. Quase que instantaneamente chega Geovana, visivelmente "alegre" da bebida e me pede um cigarro. Gentilmente o cedi. ___ "Uma festa de arromba, não?!" - disse ela; ___ "Sim, muito boa a festa; vi que estavas um tanto quanto chateada pelo fato de teu esposo não estar aproveitando contigo.", disse eu; ___ "Pois é; ele não dá valor à mulher que tem e eu já ando de saco cheio desse tipo de coisa; mas azar, de um tempo pra cá resolvi que vou viver a felicidade que mereço.", falou ela, sorridente e embalada pela bebida e pelo som que rolava na festa. Aquela loira era de fato bela por si só; mas para o casamento ela escolheu um manequim que a deixava deliciosamente atraente; um longo azul bic com alças douradas de corrente, que desenhava a cintura, valorizava as nádegas arredondadas e com um decote que espremia seus s***s e os deixava quase que 50% à mostra; para quebrar o frio, apenas uma pele dourada que teimava em não esconder aquele par de se*ios tesos. Geovana continuou a falar ___ "Acho que com quarenta anos, já não chamo mais atenção dos homens; deve ser por isso que meu marido sequer tem comparecido (insinuando que não estava sendo bem comida); ele tem feito de tudo para me irritar. E eu que pensei que estivesse no auge da minha beleza e maturidade feminina." Nesta hora meu p*u latejou. Acendi outro cigarro e ela acabando de fumar o primeiro pediu outro. Disse à ela: ___ "Com todo o respeito, mas tenho que concordar que estás no auge da tua beleza; és uma mulher atraente e que mexe com os instintos de qualquer homem." - Meu p*u latejou de novo. ___ "Obrigada; é bom ouvir a sinceridade de alguém que ainda me vê como uma mulher e não apenas como esposa, um objeto do casamento." ___ "Quem me dera ter uma mulher linda e carismática assim ao meu lado." Geovana, então, viu que acomodei meu p*u na cueca com as mãos dentro do bolso. Tomou um gole de champagne, olhos em direção à festa e apalpou meu p*u num ato impensado, creio. ___ "Pelo visto te deixei e******o; adoro provocar os homens; adoro me sentir desejada." Ela segurou meu p*u por cima da calça e no mesmo instante que bebeu mais um gole, percebi que seus olhos brilharam. Levei minha mão sob seus cabelos, pegando-a pela nuca e disse em seu ouvido: "___ Vamos parar por aqui, embora as minhas intenções sejam de te beijar todinha e te fazer sentir os melhores prazeres que uma mulher merece." Geovana, então, segura minha mão, trama nossos dedos e diz: ___"Duvido tu me comer agora e goz**ar na minha boca. Há dias não tr*anso; há tempos não sou desejada sexu*almente por meu marido, aquele trouxa." Obviamente que nos beijamos e ela com cada vez mais pujança massageava meu p*u. ___ "Então vou para o meu quarto e tu vai lá depois quando se certificar que teu marido está de fato dormindo." ___ "Não; eu quero lá (disse ela apontando para um curral de pedras que ficava uns 100 metros da festa). Quero ser possuída num lugar diferente, excitante, com cheiro de campo, como uma égua." Nossa, aquelas palavras quase me fizeram go*zar. Caminhamos em direção àquele curral; Geovana tocava os próprios s***s que já estavam à mostra e perguntava se eu os achava bonitos. Chegamos no curral e excitados nos beijávamos; ela estava ofegante, com um te*são descontrolado; desafivelou minha calça e caiu de boca no meu p*u; lambia, mordiscava a pele das minhas bolas, colocava todo na boca, engasgava deixando a baba escorrer. Levantou-se à medida que seus s***s tocaram meu p*u; ela dava início à uma espanhola maravilhosa. Geovana, então, ergue-se, vira de costas pra mim e manda que eu abra o zipper do seu vestido. Despiu-se de maneira que o vestido ficou pelos joelhos e sua bu*nda exuberante completamente nua. Tudo aquilo acontecia num ritmo frenético parecendo que eram os últimos minutos de nossas vidas. Eu disse à ela que não poderíamos tran*sar sem camisinha; ela sequer me deu ouvidos. Rebolava seu bun*dão tesudo e esfregava suas nádegas no meu p*u babado; pediu para que eu tramasse seus cabelos; fiz e puxei com força fazendo com que ela soltasse um "aaaaaaaiiiiiihhhhhhh, que tesããããããoooo...". Não resisti, dei um belíssimo tapa naquela bun*da sensacional e disse ao ouvido dela: ___"Quero chupar tua bucet*inha até tu gozar gost*oso." ___ "Não vai demorar pra que isso aconteça, safado (disse ela no ápice de excitação); me fod*e com tua lingua; me fod*e com teu p*u; me dá p*orra na boca. Cavalo, safa*do, gostoso, meu macho ordinário." Desci beijando-a do pescoço até a bun*da; aquelas nádegas grandes me sufocavam enquanto minha boca encontrava aquela vag*ina molhada e a ponta da minha lingua explorava o c**t*óris denso daquela fantástica mulher que de fato parecia estar com sede de s*x*o. Geovana, apoiada naquelas paredes de pedra, empinava cada vez mais a bu*nda, tremia as pernas, rebolava no meu rosto até que senti as contrações daquela bu*ceta deliciosa e os gemidos vieram acompanhando o go*zo farto que escorria por suas pernas e minha boca. ___ "Me fo*de com força, machão do car*alho... Estou goza*ndoooooo... Não para, vai, não para... (dei outro tapa forte na sua bun*da e arregacei com as duas mãos, fazendo com que o ân*us piscasse latejante e incansavelmente)... Põe o dedinho, põe... Explora todos os meus buraquinhos seu safado." Introduzi o dedo polegar no cuzi*nho de Geovana e com o outros três dedos, fui afundando naquela bu*ceta que ainda ejacul*ava. Fui levantando, mordendo sua bu*nda, chupando aquelas ancas tesudas e mastu*rbando sem parar o â*nus e a b*ceta daquela mulher que estava merecendo uma "su*rra" de s*exo. Ergui uma das pernas de Geovana, ainda de costas pra mim, fazendo com que ela calçasse numa das pedras do curral e empinasse a bun*da, deixando eu me deliciar com aquela visão dos deuses. Ela, então, toca meu p*u mais uma vez, arranha delicadamente minhas bolas com aquelas lindas e vermelhas unhas, e pede: "___ Soca este p*u todo dentro de mim e me faz go*zar de novo... Me come como uma put*a e me faz goz*ar mais... Vem, m*ete, enfia este cara*lho duro em mim." Ela conduziu meu p*u até a entrada da sua buc*eta. Obviamente que a penetrei sem qualquer dificuldade. A mulher estava simplesmente pingando de excitação. Quando a penetrei, o fiz com certa força e com força segui a pressão até que minhas bolas quase fossem engolidas por aquela v****a em estado líquido. Comecei, então, um entra e sai voluptuoso, ágil, constante, forte; aquele tradicional barulho de um p*u bem duro comendo uma buce*ta bem melecada me deixava cada vez mais louco, e******o, fazendo com que eu perdesse a noção do que estávamos fazendo e onde estávamos fazendo. Eu já não mais pensava que o corno do marido de Geovana pudesse nos flagrar naquele ato de pura put*aria e prazer. Beijava aquela mulher como se fosse engolir sua lingua. O vai e vem era intenso até que meu p*u escapava da buce*ta de Geovana; com a mão, eu faço a intenção de reintroduzi-lo, só que ela se encarrega disso e, para que tudo ficasse completo, o introduz agora para a defloração do seu cuz*inho. Ela o fez sem pestanejar. Mirou meu p*u na entrada do seu c* e com agilidade o engoliu. Ela soltou um gemido de dor... Ficou segurando minhas bolas enquanto seu corpo parecia falecer e suas pernas perderem forças. As pregas já demonstravam elasticidade e eu então, comecei a entrar e sair daquele buraquinho apertado, quente e cheiroso. ___ " Come meu c* seu cavalo; estraçalha a minha bu*nda; me fod*e; me beija. Puxa meus cabelos, bate na minha bu*nda; f*ode meu macho tesudo. Fo*de e me dá leite na cara, na boca. Isso, mete com vontade; mete com força este p*u duro e cheio de veias. Fode minha b*unda de fêmea faminta..." Por obediente que sou e ela por ser uma fêmea linda e que de fato merecia tudo aquilo, apenas executava tudo que ela desejava e pedia. Sentindo que não mais conseguiria segurar a eja*culação, disse à ela: ___ "Vou gozar minha gostosa; vou go*zar bem gostoso pra ti; me pede... Diz onde tu quer leite... Onde tu quer que eu derrame minha por*ra..." ___ "Na minha cara, na minha boca... (ela disse isso, saindo de golpe do meu p*u; seu c* esvaziou-se da minha pic*a extremamente dura e ela virou-se de frente pra mim, me beijando e punh***etando meu p*u); go*za na minha cara; me enche de por*ra; puxa meu cabelo meu cavalão... Jorra este leite nos meus olhos, minha boca, minha garganta, meus s***s. Vai, go*za gostoso pra mim; me faz sentir uma vadia." ___ "Vou go*zar sua cretina... Abaixa e sente o meu leite aquecendo teus lábios... Uuuuuuuhhhhhhh, óóóóóóóóóhhhhhhhhh... Soltei do fundo do peito aquele urro de exci*tação enquanto meu p*u latejava e cuspia sê*men em quantidade e espessura que acabaram por lavar o rosto de Geovana; ela lambia, batia com meu p**u no seu rosto; a por*ra escorria e ela esparramava em seus s***s. Engoliu meu p*u todo por mais umas três ou quatro vezes. Ela não queria desperdiçar uma gota sequer de leite..." Extasiado, ofegante e trêmulo daquela farta goz*ada, levantei Geovana, a virei de costas e fiquei ali, abraçado e encoxando aquele bun*dão dos deuses por alguns instantes... Beijava sua nuca, arranhava levemente suas costas. Dei um tapa em seu bum*bum e disse: ___"Pronto, mulher dos sonhos, vista-se e vamos para a festa. Devem estar sentindo nossa falta por lá..." Ela com a cara de mulher mais satisfeita e completa de sexo, disse: ___ "Renasceu a mulher que estava morta dentro de mim. Pude goz***ar como há muito tempo não go*zava. Amanhã vou beijar meu marido e lembrar que tua p*orra lavou meu rosto e meus s***s. Quem não dá conta do recado, merece tomar guampa. O gosto da tua por*ra eu vou sentir para sempre em meus lábios. Safado... Macho gostoso. Obrigado." No outro dia, após o café da manhã, todos se despediram para voltar às suas casas. Eu e Geovana, normalmente nos despedimos assim como o fiz com o marido dela. Como se nada tivesse acontecido... Acontece que, ao acordar, depois de um belo banho, vi que por debaixo da porta estava um bilhete com o número do seu w******p. "Beijos meu macho... Sempre que quiser, me chama durante o dia; ele jamais saberá. Quero repetir tudinho e mais um pouco." Marido que dá mais valor para o dinheiro do que para a belíssima esposa que tem em casa, merece levar chifres mesmo. E certamente eu e Geovana não ficaremos por aqui com o s*x*o. Mulher sedenta, fogosa, ardente, tesu*da e m*l comida pelo corno. Comerei bem, eu!
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