O alarme disparou, e Alec, cegamente, deu-lhe um tapa, virando-se para cima. Havia dormido de bruços e acordou com uma dolorosa ereção porque estava pressionado contra o colchão. E o rosto de Dylan em sua mente. E em seu corpo. Dormira e******o e despertou pior. Tentou se acalmar, porém seu pênis latejava de desejo. Em sua mente, via longos cachos ruivos e âmbar brilhando à luz do sol, caindo sobre aqueles ombros estreitos. Um par de frios olhos cinzentos que pareciam guardar algum mistério, algo que ela mantinha em segredo para ele, que não só queria, mas precisava saber. Aquela pele pálida como marfim polido. A delicada linha da clavícula, no limite de seu suéter e, um pouco mais embaixo, a curva dos s***s, perfeitos. Na noite anterior, pegara no sono bem tarde imaginando como eles

