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Ela sorriu e Meu. Coração. Literalmente. Pulou. Uma. Batida. Parecia que tinha dado um rápido salto mortal no momento em que ela piscou seus brancos perolados. Esfreguei o local no meu peito, embora não doesse nada. Olhando novamente para Lily, eu gritei: — Ei, faça isso de novo. — Fazer o que? — Sorria. E lá estava, um inconfundível pulo da batida no meu peito. Lily virou-se para olhar ao seu redor. — Você ouviu isso? — Ouviu o quê? — Sinos tilintando? Talvez nós dois estivéssemos imaginando coisas. — Não. Sem sinos. Ela encolheu os ombros. — Talvez seja o Papai Noel. Ouvi que pessoas ricas como você acreditam até os trinta anos, porque continuam recebendo presentes todos os anos. De repente, a luz do detector de movimento externo acendeu e ouvi a voz da minha mãe. — Lily? O qu

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