Capitulo 1

4776 Words
Sábado veio tirando todo meu ânimo de sair de Casa, Mô friozinho bom papo reto. Golden dormia nos meus Pés de barriga pra cima e só aí já me tira altas risadas. Faço carinho na sua Barriga a vendo abrir a Boca e colocar a língua pra fora enquanto ainda tinha os olhos fechados. — Sai dae bicha sem vergonha. — Mecho na sua Barriga antes de jogar meu Corpo devolta na Cama. Abro o w******p vendo que o mesmo bombava, Geral ainda não entende que a Princesa aqui só vai comparecer em Baile próximo mês? Posto aquela fotinha no status até porque sou belíssima até acordando, Aproveito e coloco uma Legenda deixando explito que de Baile eu tava sossegada. E isso só causa mais conversa com os Colegas, Explico pra geral e so então largo o Celular. Já havia dado Seis e pouco quando fui levantar da Cama, Quando pegava no Celular hora passava tão rápido que eu nem ³tchum. Pulo da Cama, E aproveito pra arrumar ela. Expulso Golden e deixo ela arrumadinha antes de pegar meu Roupão atrás da Porta a minha Sextinha com meus Produtos de Cabelo e me mandar pra o Chuveiro. Meu Guarda-Roupas era repleto de produtos de Cabelos, Tanto como Hidratante como Shampoo, Condicionador, Tinta e tudo bem. Eu nunca gostei de confiar meu Cabelo em gente do Salão, Sempre cuidei dele em Casa tanto que até a Progressiva dele é feito em Casa por mim mesmo, com os Produtos que compro com meu Suor. Coloco minha Depilação em Dia, Deixando Gilette de lado e optando pela Cera quentissima mesmo, Aproveito que não tinha ninguém em Casa para perguntar sobre os meus Gritinhos e mando vê. Havia marcado com Tieta as Oito, Era Seis e eu ainda tinha que secar Cabelo e ir pegar Metrô pra chegar lá na sua Quebrada. Opto por não secar totalmente meu Cabelo, Dou apenas aquela secada na Raz e deixo as pontas Úmidos pois eu sabia que elas ficariam onduladas. Subo um Shortinho pelas minhas Pernas e visto um Cropped de Botões, Calço minhas Slides da Puma que vão comigo pra todo Canto mesmo me fazendo voltar cheia dos Calos, não abandono ela por nada. Pego uma Bolsinha de Alça, Mais discreta o possível. Coloco minha Carteira de Dinheiro e meus Documentos que não podem faltas, Passo perfume ouvindo meu Celular Vibrar em cima da Cama. Agarro ele e saiu do Quarto fechando a Porta do mesmo. — Eu deveria saber que você não é nada pontual. — Tieta diz assim que atendo, Dou uma corrida até a Porta da Sala e saiu Rapidamente. — Nem são Oito horas. — Murmuro fechando a Porta e jogando a minha Chave no Bolso da Porta, Descendo os Degraus e pisando na Calçada. — Pois e, São Oito e vinte. — Ela diz do outro lado. — Eu já tô chegando na Estação de metrô, rapidinho chego aí. Beijos. — Me despeço dela rapidinho, Atravesso a Rua ao ver um Conhecido meu bolando um. Estava sentado no Batente da Garagem com os olhos Fixo na Seda que nem nota quando me abaixo na sua frente, Pra pedir aquele Baseado. — Fala ae, Maluca. — Ele abre um Sorriso. — Maluca tá atrasada, E morrendo de vontade de um desses. — Murmuro assim que ele leva aos lábios passando a Língua e dobrando pacientemente. — Compra ali na frente. — Qual é Freitas, te salvei vários já. — Choramingo manhosa. — Uma tragada só Ele continua com o Sorriso no rosto enquanto prendia o Baseado nos lábios enquanto acendia, Meus olhos chegava a Brilhar por uma Tragrada. — Vem aqui pega — Ele pede puxando a fumaça e prendendo na sua Boca, Aproximo nossos lábios o vendo assopra a Fumaça pra dentro da minha enquanto eu puxava, Finalizo passando minha Lingua no seus lábios o pegando totalmente de Surpresa. Na distração pego o Baseado da sua Mão que ele nem percebe, Me coloco de pé soprando o resto da Fumaça pra cima. Quando levo o Baseado até os lábios ele olha pra suas mãos e eu dou Risada. — Boa noite pra vocês. — Passo por eles começando a correr, Se eu não corredore chegaria no Metrô só Meia hora depois. Metrô era uns Dez minutos da minha Casa até ele, Chego Correndo em Sete. Passo pela Catraca correndo atraindo mais olhares do que já atrai em toda minha Vida. — Moça! — Ouço alguém gritar e olho pra trás parando de andar com a mão no Vão que me lavaria até o meu Trem. — Teu celular aqui, Deixou cair. — Ele segura o Skate com uma mão e vem com meu Celular na outra. — p***a, Valeu. — Agradeço desbloqueando a Tela vendo minha Foto junto da Hora,20:38. — Vai perder o Metrô. — Ele fala tomando a frente, Ouço a Musiquinha que eles tocavam quando a Porta estava preste a fecha e corro passando pela Brecha dele junto do cara do Skate. — Obrigada, Novamente. — Agradeço colocando o Celular na Bolsa, Colidindo para o lado assim que o Metrô começava a andar. Fecho meus olhos com força ao bater as Costas no Metal Gelido, Antes ali do que cair no Chão do Metrô. — De nada, antes perder o Metrô do que o Celular diz aí. — Ele puxa assunto se encostando na Porta. — Com certeza. — Dou um riso em meio uma respirada fundo. Relógio Marcava Oito e Quarenta assim que Salto no Terminal Sacomã, De onde estou já posso avistar Tieta sentada em uma Mesa no Flor do Sacomã conversando animadamente com um cara. Atravesso a Rua, Sorrindo em forma de Comprimento para o Garçom assim que passo pela Porta do Estabelecimento caminhando até a Mesa no final onde ela estava, Ao lado de um Murinho para a Rua. — Boa Noite. — Desejo atraindo a atenção dos dois. Quase me engasgo quando reconheço o Cara, São Paulo era uma Cidade bem grande mas eu podia Dormir com uma pessoa do Rio de Janeiro que no dia seguinte ela estava em São Paulo apenas pra trombar comigo. Com Otávio não foi diferente. — Boa Noite. — Ele responde arrumando a voz e tratando de olhar para Tieta. — Demorou hein, Amanda. — Ela puxa uma Cadeira pra mim. — Senta aqui, Quero te apresentar o Otávio meu Amigo do Curso. — A gente já se conhece. — Ele diz antes que eu possa fingir que não o conhecia, que era o que iria fazer. — Deve ser impressão sua. — Respondo sem olhar pra ele, Fitando Tieta com um pequeno Sorriso. A mesma franze o cenho dividindo seu olhar entre nós os dois. — É deve ser mesmo. — Ele entra na minha onda, Apenas assinto. — Iae, Já pediu algo? Estou com uma Larica que só por Deus. — Sorrio para amenizar o Clima. — Estou em dúvida entre dois Pratos. — Ela diz pegando o Cardápio para me mostrar. — Quais? — Pergunto me ajeitando na Cadeira. — Feijoada ou Lasanha a Bolonhesa? — Feijoada. — Otávio e eu respondemos juntos. — Ou poderíamos pedir uma Porção a Picanha. — Ele sugere olhando o Cardápio. — Podemos pedir os dois. — Eu afirmo. — Tô com o Otávio na Picanha, Comi Feijoada a Semana inteira. — Comento, Mamãe havia feito duas Panelas de Feijoada e havia congelado uma Tupperware que durou a Semana inteira. — Vamos todos pedir Picanha então. — Ela diz fechando o Cardápio. — Por favor. — Ela ergue a mão pra chamar o Garçom. (...) Amanda Narrando. Era Sábado, E eu havia marcado de sair com Patrick. O Cozinheiro da Loja que Trabalho. Tudo bem que ele estava tentando me conquistar desde que eu cheguei no Trampo mas não era assim, Beleza era assim sim. Mas ele é muito engomadinho pra o meu gosto, E tá na cara dele que gostava de fazer um Amorzinho. Desculpa, Mas eu prefiro f***r. Já cortei a deles diversas vezes, Mas dessa vez não consegue. Ele foi Fofo, E eu não consegui não aceitar. Ele me levou para a sua Casa, Ajudei ele a fazer o nosso Tamaki. Conversando sobre o que queremos para daqui alguns Anos, Eu contei sobre querer Cursar Administração e ele achou super interessante e o papo foi fluindo com altas Gargalhadas e Indiretas da sua Parte. O Relógio marcava Onze e Vinte enquando eu estava embaixo dele enquando ele tentava, Tentava fazer o Sexo bom pra nós dois. Aquilo foi de longe o pior Sexo da minha vida, Contei os minutos enquanto fingia um Orgasmo. Não trocamos nem de posição direito e ele já tinha Gozado e eu nada, Tudo bem. Deixei que ele pagasse aquele Oral, Foi bom. Mas não me fez gozar e mais uma vez fingi Orgasmo. Ele foi um Fofo, Realmente ele foi. Mas eu não consigo gostar do "Fofo". Acho que pelo fato de nunca ter me recebido isso, Nem na minha Primeira vez foi Amorzinho igual agora. Era Sexo pra ele, Pra mim não. Eu só sabia pensar no 2m, E no quanto ele era a minha Melhor Piroca. Sabia meter como ninguém. Sabia me excitar com um toque, Me tratava como a Vagabunda que eu era na Cama. Patrick estava ofegante ao meu lado, Eu fitava o teto até o momento que resolvi me virar e pegar um pedaçinho do Salmão que havia sobrado. — Não quero que as coisa mude para o nosso lado. — Declaro sem o olhar — Tudo bem? — Dou uma olhada pra o lado, Ele ainda estava ofegante fitando o Teto. — De maneira alguma. — Ele afirma. — Você gostou? — Me olha. — Como nunca. — Minto me Aproximando e selando nossos lábios. — Vamos comer denovo? — Chamo me colocando de Pé. — Sexo me dá Fome. — Ficar no Tédio me dava Fome, Sexo me deixava cansada ao extremo. Eu deveria está em Casa, Estudando Estatísticas nesse momento. Mas preferi sair de Casa depois de quase duas Semanas sem f***r para sair sem ganhar nem um Orgasmo. Eu não sabia se Patrick entendia que eu era do um pente e rala, Meus Bofe Favelados entendia. Mas ele era pique boa pinta, Não tinha certeza e ele era meu primeiro nesse requisito. Meia Noite e Quinze ele me deixou em Casa, Me despedir dele com um breve Beijo no rosto e esperei ele descer a Rua para eu poder ir até a Biqueira do lado comprar um Baseado para mim. — Me vê um. — Empurro a Nota por debaixo da Porta de Aço reforçado. Sou surpreendida quando a Porta é aberta e Ítalo me puxa pra dentro dele. — Ih sai fora. — Mando nada contente, O acontecimento de Semanas atrás ainda tava aqui guardado na Memória. — Não vou te cobrar nada não, Vou mete um aviso em tu. — Ele me entrega o Saquinho com a Maconha e eu pego de bom grado. — Seja o que for não quero saber. — Dou meia volta e toco na Fechadura da Porta, seu braço me impede de abrir ela. — 2m é problema, Amanda. — Ele sussura. — Tu sabe muito bem, E eu não tô falando de um probleminha não. — E eu nem gosto né Ítalo? Se liga. — Empurro ele com o braço. — Minha vida cuido eu, Boa noite aí. — Saiu antes que algum Carro de Policial veja eu entrando ali e queira me levar pra o camburão. Atravesso a Rua, Vendo uns conhecidos meu sentando em frente a Oficina. Entre eles a Idosa da minha Vizinha. — Alguém me arrumar uma Seda aí? — Peço na humildade. Paulo estende a mão, Pedindo pela Maconha e eu entrego me sentando do seu lado. — Rua inteira tá sabendo do teu Show de Noite hein. — Ele comenta. Tava demorando. — Aé? E eu posso saber quem foi o p*u no cu que abriu a boca? — Ele puxa um Sorriso enquanto ajeitava a Maconha em cima da Seda. — adivinhar só. — Italo é um p*u no cu também, Não fode e não sai de cima. Dei pra 2m mesmo e se quiser dou de novo aqui na Rua. — Declaro nada intimidada, Que eu tinha Fama nessa Rua todos sabia. Não era de esconder nada, Sou uma Vagabunda pra todos? Beleza, É na boca do povo mesmo que viro Celebridade. Vou me abalar com isso não, Continuo Belíssima, Estudando e trabalhando e não vai dá em nada. Ele não diz mais nada, Nem mesmo teus colegas que dão risada até do Vento. Queimo um com eles ali na Calada da Noite, Até o momento que somos surpreendido por um Carro de Policia virando a Esquina aqui do lado no momento em que Ilson abre a Porta pra o cara que entrega as Drogas entrar. Na mesma hora o Derrapão que o Carro da é ouvido por todos, O cara consegue entrar na Biqueira por pouco desviando de três Tiros que acertaram a Porta reforçada. — Minha deixa. — Jogo a Bituca do Baseado no Chão e me Levanto pra atravessar a Rua enquanto os Policial arrombava o Portão da Pensão logo ao lado pra tentar pular o Muro, O que não deu em nada até porque até no Último Tijolo estava reforçado com arame farpado. Assim que fecho o Portãozinho de Casa ouço a voz de Trovão do meu Pai, Logo atrás de mim. — Entra pra dentro de Casa, agora Amanda. — Ele vocifera. Tu foi? Claro que fui, eu hein. Desobedeço Deus e o Mundo, Mas Pai é Sagrado. Se não quiser ser expulsa de Casa tão cedo é melhor obedecer. Passo pra o meu Quarto arrancando a Toalha de trás da Porta e me mandando pra o Chuveiro. Meia Noite e cinquenta eu me deito na Cama, Prontinha pra dormir. Até o meu Celular tocar. Franzo o Cenho ao ver o nome de Ayla no Ecrã antes mesmo de atender tenho certeza que é ela Drogada em algum Baile. — Amigaaaa.— Grita do outro lado da Linha. — Cade tu cara, quero você nos baileeesss, p***a tô muito louca. — Onde você tá Ayla? Ligação tá r**m. — Eu vim pra pra o Helipaa³, Colega tá só o Fluxo. — Ela grita seja com quem no seu lado. — Sai c*****o, eu não quero mais dessa p***a não. Eu hein. — Dei risada da sua loucura, p***a Ayla Drogada era uó — Com quem tu foi pra ai, Ayla? Tu tá drogada e ainda por cima Sozinha sua filha da p**a? — Eu vim com umas Colega tio, Mas ela tudo embicaram pra a casa de macho da a x**a atrás de grana. Marlene que vai ganhar uma nota, Foi logo pra o barraco do Noia. — Noia? Noia, Noia? — Indago me sentando na Cama. — Noia, O Casado lá? Chefe do Tráfico? — Noia! Noia! — sussura — a mulher botou ele pra fora de casa, e ele veio pra onde? Pra o bailão, Catou a Marlene e tacou-lhe a vara. — dei risada de nervoso mesmo. Já havia ficado com Noia, Mas isso foi antes dele Casar e ter filho lá do tempo que ele era novinho ainda. Era um nada, Agora que viro Chefe do Tráfico, Tá todo pazão não fala com das antigas e eu muito menos vou me jogar não pés de Bandido. Agora Marlene se envolvendo com ele, Vai ser declarada a dar b****a quando ele quiser, hora que ele quiser. Eu me disponho a isso? Mas nem que ele me de 10 mil em barra, Cê tá louco. Dou minha x**a a hora que eu quiser, pra quem eu quiser. E nunca que cometo uma burrice dessas, Os cara que me envolvo sabe muito bem a Maluca que eu sou, Dou um boi para não entrar na briga, mas dou uma boiada para não sair dela. E aqui é isso, 2m, me conhecia nessas loucuras. Tanto que só faltei correr dele quando ele quis f***r sem a Camisinha. É gostoso? É, Mas ser mãe nova não é para mim não. Depois de ligar pra pra o Irmão mais novo de Ayla, tirar ele do conforto dela pra pegar ela em Baile que que vou dormir. Não iria conseguir dormir mesmo sabendo que essa Maluca tá perdida no Helipa. (...) Domingo/14:12 Domingão bateu aí na Porta e eu recebi ele de Janelas abertas, Dei aquela Faxina no meu Quarto logo cedo. Fui pra o parque pagar aquela minha Corrida junto de Golden, Dei banho nela. E ainda ajudei a mãe a fazer o Rango, Às Quatro fui bater lá na Smart, academia na qual eu frequentava de vez em nunca. Hoje acordei na Vontade, Então bora lá. Dei minha Caminhada até a Academia, Não era longe. Era uns quinze minutos andando de Casa, Última vez que vim aqui foi quando levei um Fora do Recepcionista Gato e nem foi por causa do fora, E sim por causa da Coragem. O Gato tava lá, De trás do balcão conversando com a Senhora. Pensa ele que não vejo as olhada que ele manda para mim, Mas se me deu a meses atrás não vai me ter agora nem que pegue pra ganhar minha x**a. — Boa tarde. — Aceno pra os dois em um gesto de educação, Que respodem juntos. Atravesso a Catraca e vou direto pra a Esteira. Vim sem nada, apenas celular fone e a chave de Casa que tava no Top. Já começo naquela Caminhava leve, Pra depois pegar o Ritmo. Cerca de dez Músicas depois eu já tinha secado todo o Sushi que comi ontem, Passo pra a Bicicleta Ergométrica e fico mais Dez minutos nela. Nem subo pra a o andar de cima, Que é a Sala de Musculação. Fui uma vez pra nunca mais, Treinei pesado e ficava toda constrangida quando me olhavam pois pensava que tava fazendo o negócio lá errado. Depois da Bicicleta fiz mais 15 minutos de elíptico e me mandei pra Casa só o suor. Em Casa eu tomei aquele Banho com direito a Hidratação, Peguei os Caderno e Notebook e me pus em cima da Cama pra estudar um pouco. Isso até minhas Pernas pedir arrego, E as minhas Costas também. Tentei estudar por mais duas Horinhas mas a Netflix me ganhou. Me dei um descanso e declarei que estudaria as Sete,Agora era Seis e Quinze e eu faço uma pausa pra comer alguma coisa já que estava a horas sem comer nada. Me levanto da Cama calçando minhas Chinelas antes de deixar o Quarto, Ia fazer o Caminho da Cozinha mas o som Estridente da Campainha tocando freneticamente faz com que eu refaça meu Caminho até o lado oposto. — Já vai, p***a!! Aqui não é pensão não. — Grito alto assim que seja quem estiver do outro lado batia freneticamente na Janelinha da Porta, Ainda bem que meus Pais foram na Casa da minha Tia com meu Irmão pois aí sim eles iriam arrumar Barraco com quem estava batendo desse jeito na Porta deles. Destranco a Porta e sou empurrada pra dentro de Casa por Ayla, Que rapidamente empurra a Porta e fecha na Chave fazendo questão de passar o Trinco também. — Ei..ou.. o que aconteceu? — A fito preocupada. — Fiz merda, Amanda, fiz merda. — Ela corre até a Janela da Sala, fechando as Cortinas. — Que merda que tu fez agora, Ayla? — Fito ela angustiada. Ela andava de um lado pra o outro, As mãos esfregando no couro cabeludo enquanto ela repetia diversas vezes que fez merda. — Que p***a você fez, Ayla!! — Chacoalho ela. Com os olhos arregalados, O medo fantasiado por trás deles ela me fita. — Me envolvi com o Sena. — Engole um Seco. — E ele tá atrás de mim, Eu não sabia..não sabia que ele tinha levado nosso lance a sério e eu não podia ficar com outros e..e agora ele descobriu. — Ela me fita angustiada. — E quer me matar por ter ficado com o Noia ontem, E o Noia quer me esquartejar por ter ficado com o Sena. — Ela larga o Corpo na Poltrona enquanto fitava um ponto fixo na Parede, Me parecia perdida nos próprios pensamentos. — Ayla, mano...— Me sento no Braço do Sofá ao sentir meu Corpo pesar mais do que o normal. — Tu só se envolve em enrascada, tu não tinha me dito que Noia levou a.. — Sim, sim. — Afirma passando os dedos entre os Cabelos. — Eu tava Bêbada, Ele Drogado ele me chamou e p***a Amanda eu fiz tanta merda, mas tanta..tanta merda. — Balbucia, com as mãos entre a Cabeça. Engulo um Seco tentando me manter calma, Esse problemão que ela se meteu não era problema meu e ela sabia disso, mas eu sabia que não podia largar ela por aí era a Ayla p***a, Considero a Garota pra c*****o independente dela ser Burra feito uma Vaca. — O que eu vou fazer.. — Pergunta a si mesma. — Eu.. meu Deus Amanda, o que eu faço? — Pergunta, a voz trêmula. — Eles vão vir atrás de mim e... — Cala a Boca Ayla, cala a p***a da sua boca. — Ressalto me colocando de pé enquanto pensava em uma Solução. — Eles não tem tempo pra ficar correndo atrás de ti, Mas vão mandar alguém pra fazer isso. — Aponto uma Verdade. — Quando você encontrou com eles? — Fito ela. — Acabei de sair da Casa do Sena, Fugi dele porquê ele queria me Matar lá mesmo. — Engole um Seco. Merda, Sena morava na BX aqui perto de Casa. Não havia jeito dela sair daqui hoje, Pois com certeza havia Zé na rua. — E o Noia? — Ele me mandou uma Mensagem. — Ela tira o Celular do Bolso, Estende a mão com as mesma trêmulas. Agarro o Celular deslizando meu Dedo pela Tela até ter ele desbloqueado, Entro no w******p e a primeira Conversa é a dele. WhatsApp Noia: Quero que tu trombe o meu caminho Ayla, Se eu se quer vê tu na minha frente tu tá ligada que eu r***o a p***a da tua Garganta. / 09:11 Noia: me desrespeitou na minha quebrada, ficando com inimigo meu c*****o? / 09:11 Noia: Fica esperta Garota, Se eu te pegar eu acabo contigo em dois minutos. /09:11 Noia: E não acha que tua Amiguinha vai te ajudar não, se ela se meter eu mato ela e você. / 09:12. — Ayla, que amiga, Ayla? — Fito a mesma com a voz falhando. Ela esconde o rosto entre as mãos enquando chorava em Silêncio. — p***a, Ayla! — Quero chutar a sua cara, Como ela se mete em uma dessas e ainda me carrega junto. — Desculpa, desculpa. — Ela pede entre lágrimas. — Ele sabe que você anda comigo e que... — Cala a p***a dessa boca. — Estouro. — Fica na sua ai mano. — Aponto Procurando uma Solução pra aquilo. Por que fui conhecer Ayla cara? Ayla só me trás problemas mano, p**a que pariu! Como se eu já tivesse poucos. — Você não pode ficar aqui. — Penso alto, Ela levanta a Cabeça imediatamente para me fitar com os olhos inundados de lágrimas. — Não pode mano, Noia sabe onde eu moro e com certeza ele vai mandar alguém pra vir aqui. — Ando de um lado para o outro. — Você vai pra Casa do seu Irmão. — O que? Meu Irmão mora no Rio e eu não posso deixar minha vida aqui e... — Que vida Ayla!! — Me exalto com ela. — Você destruiu a sua vida ao sentar pra dois Bandido Rivais c*****o! — Gesticulo exasperada. — Liga pra ele agora, E fala que Amanhã vai tá indo pra lá..Não amanhã não, Hoje a noite. — Amanda... — O que? — Fito ela Irritada. — Tem uma ideia melhor? Porque eu que vou ter que ficar aqui e lidar com esses caras me procurando pra saber de você, eu Ayla! Eu que não me envolvi com eles vou ter que me envolver nessas paradas por sua causa. — Ela não diz nada a mais, Me fita por um período de tempo antes de se acabar em Lágrimas. Irritada demais pra brigar com ela eu mesma pego o Celular dela de volta e ligo para o seu Irmão mais Velho, Ele demora a atender mas assim que o faz eu o deixo a par da Merda que a Irmã se meteu e ele não esperava menos, já que a Irmã tá sempre se metendo em encrencas mas essa foi o Cúmulo. — Eu vou levar ela, Nicolas. — Aviso divindo meu olhar entre ela e o Quadro de Fotografias. — São Cinco horas de Viagem, eu posso.. — Não, Não vai ser bom você vir pra cá. — Analiso. — Eu pego o Carro do meu Pai hoje, Ele vai chegar daqui a pouco..Passo na Casa dela pra pegar uma Roupas e levo ela até aí, Pode me mandar o endereço via w******p. — Amanda...— Ele respira fundo do outro lado da Ligação. — Você tem certeza cara? Você sabe vir de Carro pra o Rio? — Não se preocupa comigo Nicolas, Chegamos aí entre onze horas meia noite. — Aviso ouvindo o Som do Portão da Garragem sendo aberta. — Preciso desligar, me manda o endereço. — Jogo o Celular sobre o Sofá, Destranco a Porta procurando pelos olhos de Ayla enquando faço a ação. — Vai pra o Banheiro, Lava o rosto que vamos sair daqui a pouco. — Aviso antes de sair de Casa pra pedir que meu Pai não guarde o Carro. — Pai!— Chamo sua atenção, Ele que iria entrar no Carro novamente me olha enquanto minha Mãe e meu Irmão deixavam o Carro. — Vou sair com o Carro, Deixa fora. — Peço, Ele arqueia uma Sobrancelha esperando que eu diga pra onde. — Vou levar a Ayla em Santos. — Minto, Se eu falasse que iria levar ela até o Rio de Janeiro ai sim que ele iria surtar. — São Sete da noite, Amanda. — Minha mãe adverte. — Já sou adulta mãe, Sei me cuidar. — Comunico antes de vê meu Pai fechar o Carro e entrar na Garagem para fechar o Portão recém aberto. Antes de sair opto por vestir uma Calça Jeans e uma Camiseta de Mangas compridas já que a noite estava fria, O Caminho até a Casa da Ayla é curto mas assim que chegamos no Ipiranga eu deixei que ela pegasse suas coisas e se despedisse do seus Pais enquanto tragava um Baseado, Não sabia o que eu iria fazer se Noia ou Sena mandasse alguém me procurar..porra eles com certeza mandaria alguém. Solto a ponto do Baseado no Chão e piso em cima assim que ouço o Barulho do Portão sendo aberto, Seu semblante triste demonstrava o quão difícil tava sendo deixar os pais mesmo que fosse por um período curto. Ajudo ela a colocar a Mala no Porta Malas e a se despedir mais uma vez dos pais enquanto eu programava meu Celular para nós Guiar até o Rio, Havia ido apenas uma vez até o Rio e não sabia direito o Caminho mas vamos combinar que quem sabe usar GPS tem o mundo na palma das mãos. — Precisamos passar no Posto antes de ir. — Aviso assim que ela entra no Carro, Ela assente começando a se desmanchar em lágrimas. Respiro fundo, Porque eu não queria chorar aqui com ela também. Por isso aumento o Funk que tocava e deixo que a Letra me distraía, Pouco antes de pegarmos a Avenida em direção a Saída de São Paulo passo no Posto mais Próximo, Deixo ela no Carro para que eu possa pagar através do meu Cartão de Crédito já que o dinheiro que eu tinha na Carteira era para trocados para pagar os Pedágios no Caminho. — Entra no Carro. — Mando assim que a vejo bater a Porta do outro lado. — A Senha. — Pede o frentista. — Preciso mijar. — Ela diz me dando as costas e indo em direção ao Banheiro da Loja de Conveniência. Olho novamente para o frentista novinho o pegando de olho no meu Decote, tiro seu olhar dos meus s***s assim que arranco a Máquina da sua Mão para que eu possa colocar a Senha, ele fica ligeiramente constrangido mas aquilo era o menos dos meus problemas no momento. (...)
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