Capítulo 5

4792 Words
No dia Seguinte é o Enterro de Ayla, A Família só recebeu o Corpo dois dias depois e como Noia havia dito, ele a Cortou em dezenas de pedaços. Eu quis vomitar quando seu Irmão me disse, Chorei pelo resto da Semena toda depois da triste Notícia não sabia não me sentir culpada por isso. No Sábado, Eu sou uma das Últimas à chegar no Enterro. Por cima dos Óculos Escuros consigo ver as meninas chorando na presença dos Familiares, Me lembro dos meus Pais e do quanto a notícia os abalou. Me aproximo do Caixão, Não consigo segurar as Lágrimas quando vejo a Fotografia dela sorridente no seu Aniversário de Dezoito anos. Largo o Buquê de Rosas Brancas em cima do seu Túmulo e me afasto aos prantos. Encontro Tieta entre as meninas e quando fito seu rosto molhado de lágrimas, Não consigo segurar as que insistem em cair dos meus olhos. Ficamos as duas abraçadas pelos próximos minutos, Seus pais recitam palavras Bonitas assim como o Padre. A Saída do Cemitério foi horrível, Não havia uma pessoa que não chorava se lamentando pela Morte Repentina da Ayla. — Amanda Silveira? — Fungo baixo virando a Cabeça ao ouvir a pronúncia do meu Nome. O Policial que segurava o meu Cotovelo o solta levemente antes de mostrar o destintivo. — Sou agente da Polícia, Poderia responder algumas perguntas? — Tem que ser agora? — Retiro o Óculos dos meus olhos limpando as Lágrimas abaixo dos meus olhos. Ele assente por cima dos Óculos Escuros. — Tudo bem. — Concordo vencida, Ele apoia a mão na minha Coluna e me guia por um outro Caminho que não levaria até o Portão do Cemitério. — Você era bem chegada com a Ayla, certo? — Sim, A conhecia alguns anos. — Quantos anos? — Investiga. — Três, quatro.. não me recordo direito. — Ele assente. — Quando foi a última vez você a viu? — Volto a colocar meus Óculos após a sua pergunta. — No domingo a noite. — Você quem a levou até a Casa do Irmão no Rio de Janeiro? — Paro de andar assim que me toco que ele já possuía as Respostas, Apenas queria uma confirmação. — Sim. — Afirmo. Ele Suspira, pousando os Óculos acima da Cabeça. — Por qual motivo? Pelo meus dados você a levou tarde da noite. — Empurra as mãos no Bolso da Calça. — Sim, Desculpa Sr. Policial onde você quer chegar com essas perguntas? — Cruzo meus braços. — Preciso que suas perguntas batam com a descrição da Família, Apenas isso. — Afirma. — Você como Amiga da Vítima tem noção do por que ela aparentava estar fugindo naquela noite? — Ela não estava fugindo. — Minto. Ele arqueia a Sobrancelha Desconfiado. — O Irmão da Vítima disse que ela estava fugindo de um Ex Namorado, Por que está mentindo Srta. Silveira? — Me sinto complemente posta na parede, Engulo um Seco ao fitar a Arma no seu Quadril por um momento. — Sim, Ela estava fugindo do Ex Namorado que estava a ameaçando. — Afirmo. — Pode ver as provas no Celular dela. — Nos da polícia não encontramos o Aparelho. Você tem uma noção de onde pode estar? — n**o ao limpar o Nariz com o Dorso da mão. — Posso ir embora? — Pergunto abaixando a Cabeça para limpar as novas Lágrimas, Céus.. Desse jeito iria desidratar. — Claro. — Ele abre espaço. Aprumo o Peito e atravesso por ele, Caminho em direção ao Portão do Cemitério entrando no Estacionamento de Carros. Me despeço da Família de Ayla, do Irmão principalmente e o conforto com algumas palavras. Sou uma das últimas a deixar o Cemitério, Não sei por quanto tempo fiquei dentro da Cabine do Banheiro chorando ao me sentir culpada por tudo que aconteceu, Eu poderia ter evitado tudo isso. Quando não há mais Lágrimas para chorar eu me recomponho, Jogo uma Água no rosto e seco com uma Toalhinha que carrego na Bolsa. Coloco os Óculos e deixo o Banheiro Público com o Celular em mãos. Precisava pedir um Uber as pressas, Estava em Vila Alpina e não sabia voltar pra Casa daqui e muito menos sabia onde possuía um Ponto de Ônibus. Entretanto, não consigo desviar os olhos da Santa-Fé conhecida parada no meio-fio. Dou um passo pra trás ao ver o Carro parar bem a minha frente, O Vidro do Passageiro desce e Suspiro aliviada ao ver 2m do outro lado. — Entra, vou te deixar em Casa. — Ele Destranca as portas. Olho com desprezo pra ele segundos antes de começar a caminhar até o final da Rua com o Celular em mãos. — Amanda. — Ele começa a me seguir. — Não vou te deixar pegar um Uber à essa hora, Já é tarde. — Não o respondo, continuo na procura de um Motorista. — Se você não entrar nesse Carro agora eu juro que eu vou embora. — Não há ninguém te impedindo disso, Pode ter certeza. — Paro de andar assim que um Motorista aceita a minha Corrida, Ele estava a... Merda dez minutos de onde eu estava, Cancelo frustada por ter que pagar Taxa. O Som estridente das Buzinas atrás da Santa fé me faz olhar para 2m, Ele para o Carro no meio da Rua e abre a Porta. Os motoristas vão a loucura parando em uma Linha de Carros atrás dele, Me sinto agoniada com tamanho sons de Buzinas. Me rendo à entrar no Carro quando vejo que ele estava prejudicando o Trânsito, Bato a Porta e ele sai catando Pneu pela Avenida. Não troco uma palavra se quer com ele até em Casa, Ele também não parece focado em puxar papo e sim em deixar em Casa sã e Salva. Quando entramos na minha Rua, Eu o vejo girar o volante para entrar na minha Garragem. — Posso ficar aqui essa noite? — Ele pergunta encostando o Corpo no Banco, Fito seu rosto por um instante querendo pedir que ele vá embora e não volte nunca mais mas não consigo dizer não pra esse pedido arteiro. — Você já está aqui..— Suspiro derrotada. — Fica aí, vou abrir o Portão. — Deixo o Carro podendo ouvir os Cochichos das minhas Vizinhas do outro lado da Rua. Tiro as Chaves da Bolsa e abro o Portão para que ele entre, Quando ele deixa o Carro eu me aproximo do Portão para fecha-lo para que as Fofoqueiras não vejam 2m, Meio impossível pois elas fazem questão de passagem em frente a Porta do Portão para olhar aqui pra dentro. Sinto vontade de mandar toma conta da Vida delas, Mas mando minha boca fechada batendo a Porta na cara de cu de curioso. Me viro soltando a respiração, 2m me esperava ao lado do Carro quando me aproximo ele passa o braço ao redor do meu ombro depositando um Beijo na lateral do meu rosto. Me desfaço do seus Braços entrando dentro de Casa, Espero que ele passe e tranco na Chave. Sigo pelo Corredor em direção ao meu Quarto, Entro na última Porta no final do Corredor e jogo minha Bolsa na Poltrona antes de me jogar na Cama. Eu queria Chorar, Chorar e choras mas não havia mais lágrimas que me fizesse aliviar. Ayla havia sido Esquartejada, Não sabia pensar em outra coisa. Me Retraio ao sentir as mãos de 2m nos meus Pés, Ele retira meus Saltos e os jogos no Chão antes de subir as mãos pelas minhas Pernas e Puxar a Meia Calça Preta que usava. Me sento na Cama após um suspiro longo para tirar o Vestido Preto, Jogo ele contra o Chão e 2m me estende sua Camiseta. Eu a visto, Largando meu Corpo na Cama com seu cheiro impregnado na minha Pele. Aos poucos sinto meu Corpo relaxar com o seu ao meu lado, Ele ocupa o outro lado da Cama de Casal e me trás para o seu Peito. Não sei porque ele tá fazendo isso, Ele nunca fez isso. — Tô pensando em pedir uma Pizza Meio Chocolate com Morango meio Catupiry com Frango o que acha? — Pergunta deslizando os dedos pelos meus Cabelos. — Isso não vai me fazer esquecer do que aconteceu, 2m. Ele solta a respiração com força. — Eu não tive escolha, n**a. — Ele pousa a mão no meu Queixo levantando meu rosto. — Eu não tive escolha, Me perdoa vai mano. — Aconchego meu rosto na curva do seu pescoço. — Tá tio, quer que eu vá embora então? — Pede a Pizza pra gente.— Respondo sua pergunta com outra. Independente do que ele havia feito eu gostaria muito de ter coragem de afastar ele de mim porque ele teve sim envolvimento nesse meio, Mas ao mesmo tempo eu o quero do meu lado secando as minhas lágrimas enquanto eu me afogo nelas. Nunca conheci o 2m Atencioso de alguns dias atrás e confesso que queria mais dele nesses dias que vão ser difíceis. — Boa noite, Vocês ainda estão fazendo entrega? — Ergo meu olhar ao ouvir sua voz ressoar pelo Quarto, Ele havia levado o Celular até o ouvido. — Olá, estamos sim. — Ouço a voz da Mulher do outro lado da Ligação. Deslizo a palma da minha mão fechada pelo seu Peito firme, Brinco com as Unhas no cós da Calça como se fosse deslizar minha mão pra dentro do tecido. — Urrun. — Ele afirma seja o que a Mulher tenha perguntado. — Sem orégano, Por favor. — Subo a mão pelo seu Peito Nú, Deslizo pelo seu pescoço fascinada pela Perfeição desse Corpo. — Pagamento a Dinheiro, Troco pra Cem. — Acaricio seus curtos Cabelos, Inclino minha Cabeça beijando a Barba do seu Cavanhaque, Ele limpa a Garganta desconfortável. — Isso, Esse mesmo endereço. — Aprumo os lábios beijando o canto da sua boca, Ele abre os lábios querendo sentir minha língua mas eu não dou o que ele quer. — Quarenta minutos? Ok, Obrigado..— Ele tira o Celular do ouvido e toca na Bolinha Vermelha. — O que você tá fazendo? — Meus dedos contornam seus lábios após suas palavras. — Me distraindo. — Ergo minha Perna para apoia-la em cima do seu Colo, Ele Grunhi baixinho quando raspo o Joelho no seu p*u. — Quer conversar? Ajuda também e pelo menos assim tu não me deixa de p*u durão. — Ele agarra meu pulso, Respiro frustada. — Por que ficou até tão tarde no Trabalho ontem? — Você estava me espionando? — Olha pra ele desacreditada. — Cheguei às Nove e fiquei no Barzinho de frente, Peguei uns números e esperei dar meia noite até você sair mas você só saiu uma hora depois com aquele engomadinho. — Patríck o nome dele, E ele é gentil. — Não é nada gentil a maneira como ele olha pra a sua b***a, Já Transou com ele? — Ele não tem problemas em perguntar isso. — Já. — E eu não tenho problemas em ser direta. — Ele não tem cara de que faz do jeito que você gosta. — Você não sabe do jeito que eu gosto. — Me viro de costas pra ele para pegar o Controle da Televisão no Criado Mudo. — Eu olhei sua Última Gaveta do Guarda-Roupa, E olha.. — Acaricia meu Quadril. — Espero um dia poder usar aquelas Algemas com você. — Beija meu Ombro. — Não são minhas...— Me levanto ao sentir uma pinicação no local que ele havia beijado. Ele dá ar de riso. — Desde quando você aprendeu a ter Vergonhas das Putarias que faz entre quatro paredes, Amanda? — Ligo a Televisão de Plasma fitando a Tela enquanto Zapeio a programação de todos os Canais. — Não estou com vergonha, estou falando a verdade. São de uma Amiga. — Tudo bem, Eu finjo que acredito. — Sinto o colchão se mexer e demoro pra notar que ele havia se sentado. — Por que não deixa eu te relaxar? — Sinto suas mãos nos meus ombros. — Tira a Camiseta, vou te fazer uma Massagem. — Tudo bem, Esse não é o 2m que conheço. Me levanto me livrando das suas mãos, Largo as mãos ao lado do Corpo ao fitar seu rosto sem entender onde ele queria chegar. — A gente não vai t*****r 2m, Se é pra isso que você.. Ele vira o rosto suspirando, frustado. — Não vou t*****r com você sendo que o Corpo da sua Amiga nem esfriou ainda. — Ele joga as pernas pra fora da Cama, pegando o controle da minha mão. — Então o que é? O que você quer? — Empurro uma mecha do Cabelo pra detrás da orelha, esperando por uma resposta. — Nada mano, não quero nada. — Ele se levanta impaciente. — Você tá fazendo coisas que eu nunca imaginei que você faria com qualquer pessoa, Você não é assim e se você acha que isso...— Ouço ela grunhir irritado ao jogar o controle contra a parede me fazendo ter um sobressalto, Ele se vira caminhando em passos largos em minha direção. — Tô com a consciência pesada c*****o, Eu entrei na tua casa te apaguei e te sequestrei e tu nem se importa em me manter longe, Seria mais fácil se tu mandasse eu me f***r e sumir da sua vida. — Ressalta. — Eu mandei, Marcelo. — Ele trava o Maxilar com a pronúncia do seu nome. — Eu mandei, Mas você não vai embora você não quer estar longe porque como disse não aguenta sobreviver dia após dia com o fato que Traiu a p***a da Confiança que eu tinha em você. — Cutuco seu Peito com a ponta do meu dedo. — E.. eu estou Bolada com você por ter feito isso, Mas ao mesmo tempo...— As palavras ficam presas na minha garganta. —.. ao mesmo tempo eu preciso de alguém do meu lado, Me abraçando, me consolando e dizendo que isso não foi culpa minha porque.. — Não foi culpa sua. — Ele agarra meu rosto tentando me convencer disso. — Escuta, não foi culpa sua. — Fito seus olhos querendo acreditar nas suas palavras, Querendo mesmo acreditar que tudo isso não foi minha culpa mas simplesmente não dava. — Foi sim.. foi, você sabe que foi. — Junto as sobrancelhas sentindo uma alerta do meu Corpo me dizendo que eu iria voltar a chorar de novo. Antes dos meus olhos anundarem de lágrimas vejo o pesar por trás do seus olhos, Escondo o rosto entre as mãos ao sentir um desconto incomum perto dele. — Vem cá tio, pode chorar. — Ele me puxa contra o seu Peito contra minha vontade. Eu não Choro, Às lágrimas descem mas rapidamente passam. Eu estava Abatida, mas cansada de ter que chorar sempre que pensava na Ayla. — Apesar das loucuras, Ela era uma boa Amiga. — Confesso passando meus braços ao redor do seu pescoço, Ele rodeia meu Corpo com seus braços. — Ela era sim. — Me conforma deslizando a mão pela minhas costas. — Vem, deita um pouco. — Ele Sussura fazendo os passos te a Cama, Desliza as duas palmas da mão até a minha b***a e me trás pra o seu Colo ao se deitar com meu Corpo encaixado no seu. Fecho meus olhos sentindo meu Corpo entrar em um consenso com o meu Cérebro, 2m deslizava a ponta dos dedos pela minhas costas enquanto a outra mão acariciava meu Quadril. O gesto fazia eu me sentir confortável, E por um momento eu me permito fechar a Mente por um instante e focar no Silêncio que o Quarto se passava. Não sei por quantos minutos ficamos nessa posição, Mas só nos afastamos quando ouvimos a campanhia tocar. — É a Pizza. — Diz, a boca próxima ao meu pescoço. — Deixa que eu vou, Não quero ninguém de olho em você. — Levanto meu Dorso antes de tirar uma das Pernas de cima dele. — A gente não sente ciúmes um do outro Gatinha, Esqueceu? — Bato na sua mão quando ele tenta acariciar minha b***a. — Não é ciúmes, Só que minha mãe não pode saber que trouxe macho pra dentro de casa. — Me aproximo do Guarda-Roupa e abro sua Carteira, tirando uma das Diversas notas de Cem de dentro dela. Corro pelo Corredor assim que ouço o Entregador tocar novamente a campanhia. — Boa noite. — Abaixo a Camiseta de 2m ao descer os Degraus da Porta de Casa. — Boa noite. — Responde cordial abrindo o Zíper da Mochila, Rapidamente ele me entrega a Caixa e eu estendo o Dinheiro. De relance dou uma olhada na Vizinha da Casa ao lado, Mulher nem disfarçava que tava falando de mim pra a Amiga. p**a que pariu viu. Aí eu dou uns Gritos e minha mãe vai achar r**m. — Aqui, certinho. — O Entregador me dá o meu troco. — Boa noite aí. — Deseja antes de se afastar. Estou me afastando pra fechar o Portão quando ouço a voz de Alexandra, a Vizinha que falava de mim. — Ou Amanda, tua mãe sabe que tu tá com macho dentro de Casa? — Respiro fundo antes de voltar pra fora. — Ela mandou eu ficar de olho em ti e sabe como é né, Pra tua mar eu não minto. — Creio que minha mãe saiba que eu sou bem grandinha, Alexsandra. Não preciso de Babá, além do mais você conseguiu arrumar um emprego? Ah sim, o de Babá não conta pois você não tá recebendo pra isso. — Coloco meu Melhor Sorriso no rosto, Ela semicerra os olhos p**a ao extremo. — Esse aí é o que? O Velho rico, Um deles quero dizer. — Fecho a Palma com força ao redor da Caixa da Pizza. — Você não cansa não é? Cuida tanto da minha Vida, deveria ter aceitado o Gato que minha Tia te ofereceu. — Amanda? — Viro minha Cabeça pra trás ao ouvir a voz de 2m, Ele caminhava em minha direção sem entender o porquê da demora. — O que tá pegando? — Nada não. — Dou um último olhar pra as duas, Que estavam se mordendo de curiosidade. Subo os Degraus da Varanda e entro dentro de Casa, Fecho a Porta antes que ela vissem o rosto de 2m. — Qual foi? — Me olha sem entender. — A p*****a da Vizinha, Mulher não Trabalha não presta nem pra tirar Cópias de Currículo e entregar por aí e quer atentar a vida de quem tá de boa. — Passo por ele com nossa Pizza, Ele e Golden vem atrás de mim. — Fica tranquila aí, quer que eu dê um apavoro nela? — Brinca. — Não vai ser necessário, A última coisa que quero é que alguém conte pra os meus Pais que eu te trouxe aqui. — Coloco a Caixa da Pizza em cima da Mesa, Abro a Tampa e me delicio com o cheiro divino. — Eles vão te brecar? — Passa por mim pra lavar as Mãos na Pia. — Eles vão me expulsar de Casa, Ainda mais se souber que tu é Trafica. — Pego um dos Morangos e levo a Boca me deliciando com o gosto. Ele não diz nada a mais, Ele sabe que pais nenhum gostaria de saber que a Filha está fodendo com Traficante. Por mais que 2m não seja O traficante mais procurado do Mundo, ele não é o cara que os pais sonham em conhecer. Pego um Pedaço para mim e não hesito em devorar, Golden une as patas no Chão sem tirar os olhos da gente. 2m tira um pedaço da sua Pizza e entrega pra ela que lambre sua mão de imediato. Desvio meu olhar pra a Janela da Cozinha, Estava entreaberta e eu podia ouvir passos de alguém passando pela Vila do outro lado. Me levanto na mesma hora que as Kengas passam olhando pra dentro, Fecho a p***a da Janela na cara delas. — Na moral, Me segura se não eu mato essas filhas da p**a. — Eu grito alto o suficiente pra elas ouvirem. — Vem aqui fora falar na minha cara, Gatinha. Não esconde a fuça não. — Meu Sangue sobe pra a Cabeça, Largo minha Pizza no Prato e apresso meus passos até a Área de Lazer que possuía um Portão que permitia que eu entrasse na Vila. — Ou, eii, Nada disso. — 2m corre em minha direção, Puxando minha Cintura contra o seu Corpo. — Não da o que elas querem tio, se tu for lá tu sabe que eu vou atrás. Respiro fundo uma..duas.. três vezes. — Você tá certo, Tá certo, eu não vou me rebaixar à isso. — Tento me acalmar, Vamos lá Amanda você é melhor que isso. — Tô te esperando amor, Não mata o Senhorzinho do coração com seus ataques. — Grito estridente tentando me soltar dos braços de 2m. — Me Solta p***a, Eu vou quebrar a essa Vagabunda!!! — Tento a todo custo me livrar do seus Braços. — Para com isso, tio! — Sua voz ressoa alta e grossa, às risadas param. Ele me puxa pra dentro de Casa e bate a Porta da Área. — Para.com.isso. — Respiro fundo tentando ficar calma após o seu Pedido. — Tu é muito estressada p***a, tá doido, vai bora terminar de comer e depois eu me disponho a te relaxar. — A gente não vai t*****r. — Afasto seu Corpo, arrumando os Cabelos ao voltar para a cozinha. — Há vários jeito de relaxar, Não precisa especificamente t*****r. — Ele passa por mim voltando para o seu lugar na Mesa. Meia hora depois 2m tá no Banho enquanto eu bolo um pra gente, Ele tava com a Seda e a Maconha no Bolso e eu fiz a boa e bolei pra a gente. Tô na terceira tragada quando ele entra no Quarto, Usando apenas a Samba-Canção que ele usava por baixo da Jeans, achei tendência. Acabo inalando demais a Droga e tusso descontroladamente, Ele levanta uma Sobrancelha para mim enquanto usufruía do meu Desodorante. — Analei demais. — Conto fitando a maneira como seu Pênis balançava dentro da Bermuda de Seda, Ele nota meu olhar e agarra o p*u me fazendo desviar o olhar. — Me dá aqui. — Pede ao se aproximar da Cama, Dou uma última tragada e entrego pra ele. — Teu Celular tava tocando. — Aviso me aproximando da Penteadeira para pentear meus Cabelos umidos. — Quem era? — Ele se aproxima do Aparelho no Criado Mudo. — Pamela. Tem umas Gata aí te chamando no w******p, confesso que não resistir e li pela Barra de Notificação. — Sou Sincera, Pelo seu Reflexo vejo que ele não gostou de saber disso. — Tu sabe que eu odeio que mexam nas minhas coisas, Amanda. — Ele diz ríspido, o olhar na Tela do Aparelho. — Desculpa. — Peço enrolando os dedos no Cabelo, Por estar umido eles ficam unidos. — Desculpa um c*****o, Não quero tu mexendo tá me entendendo? — Reviro meus olhos pra tamanha seja esse Drama. Volto pra a Cama mas antes tiro o Baseado do seus Dedos, Ele se deita do meu lado digitando na Tela do Celular. — Se quiser ir encontrar com ela, pode ir. Sabe que não tô te obrigando a ficar aqui. — Murmuro soltando a fumaça na direção da Janela ao meu lado. — Deixa de k.o já tomei banho, vou embora nem.. — Responde no mesmo tom, Digita mais algumas palavras e joga o Aparelho no Criado Mudo. Ele estende a mão e sei que quer o Cigarro, Entrego pra ele e agarro meu Celular após ouvir o Vibra-Vibra indicando uma nova ligação. Meu Pai. — Não fala, Meu pai ligando. — Aviso me sentando na Cama após deslizar o dedo pela Tela. — Oi Pai. — Atendo no terceiro toque. — Iaê Amanda, como você tá? — Tô bem, na medida do possível. Como tá as coisas aí? — Você tem certeza, Amanda? Não quer passar uns dias na casa da sua Tia? — se mostra preocupado. — Não pai, não precisa. Além do mais eu tenho meu Trabalho, repito, como as coisas aí? — Seu Irmão foi andar de Cavalo ontem na Cidade e caiu da Cavalo. — Conta, ele consegue me tirar uma risadinha. — EU NÃO CAI NÃO, ELE QUE ME DERRUBOU. — Ouço meu Irmão irritado de fundo, Gargalho. — A gente sabe, Filho. — Meu pai tenta amenizar sua raiva. — Como está o Golden? Não esqueceu de colocar comida pra ele não é? — Ele tá aqui. — Olho pra o Tapete Felpudo. — Com a Barriga cheia. — Ótimo, eu.. Ah sua mãe quer falar com você. — Coloca ela aí. — Apoio o cotovelo na Perna, Ouço ele dizer algo inaudível para minha mãe antes da sua voz tocar conta do Aparelho. — Amanda? — Chama, Seu tom não é um dos Melhores. — Oi, Mãe. Tá tudo bem? — Vai estar se você confirmar que não levou macho pra casa. — Arregalo meus olhos, Mas que diabos? — O que? Claro que não mãe!! — Minto. — Não minta para mim Amanda Silveira. — Soa exasperada. — Mãe, O único macho que tá aqui comigo é o Matheus e você sabe que ele é Gay assumido. — Minto descaradamente, Não ouso olhar pra 2m porque sabia que ele me olhava indignado. — Matheos? — Ela não parece convencida — É, Aquele que veio aqui algum tempo lembra dele? — Lembro sim. — Diz mais tranquila. — Tudo bem então, Vou acreditar em você Amanda. — Não acredita no que essas Vizinhas fofoqueiras falam, Mãe. — Peço. — São tudo um bando de desocupadas. — Só espero não me decepcionar novamente com você, Amanda. — Engulo um Seco, se ela não descobrir de 2m ela não vai precisar se preocupar. — Não vai mãe, pode ter certeza. — Afirmo jogando meu Corpo na Cama, Não ouso olhar pra 2m ainda. Conversei com ela por mais alguns minutos, Ela pergunta da Casa e de Golden e eu tenho que dizer que tá tudo arrumado mesmo não estando mil maravilhas. Quando desligo, 2m está na metade do Beck. — p***a, deixa pra eu também. — Arranco da sua Mão para levar até meus lábios. — Amigo Gay, Amanda? — Olha para mim. — Não podia dizer que tava dividido a Cama com o Gerente do Pó de Taboão da Serra, ela me expulsa de casa já disse. — Sopro sentindo aquela Brisa boa. Trago o resto do Baseado todinho, 2m tá quase pegando no Sono quando término o segundo Sozinha. Me levanto eufórica, Apago a Luz da Cozinha e do meu Quarto fecho a Porta da Área da Lavanderia e volto para o quarto. Puxo as Janelas de Vidro até tranca-las, Isso faz com que 2m resmungue, puxo a cortina e me deito na cama. Entretanto eu não tava com Sono, Diferente de 2m. Deslizo a ponta dos meus Dedos pelo seu Abdômen nu enquanto observava sua expressão, Ele Franze o Cenho incomodado. Deposito meus lábios no seu Ombro trilhando uma linha de beijos até o seu Maxilar. — Amanda..— Resmunga sonolento. — Acorda vai, vamos nos divertir um pouquinho. — Me viro de lado encostando minha boca na sua, Beijo seus lábios mas não sou contribuída. — Você fumou outro sem mim não foi? — Sua voz sai baixa e rouca, Gostosa. — Eu sei que você quer. — Lambo seu pescoço, Ele se retrai. — Quero sim, Ainda mais com tu Chapada mas.. — Ele afasta meus ombros. — Não vai rolar. — Ah! — Resmungo frustada. — Por que? Você nunca n**a, é minha melhor piroca. — Deslizo minha mão pelo seu Abdômen para alcançar seu Pênis. — Por que tu não queria quando tava de boa, E agora tá aí no cio. — Ele agarra minha mão. — Se tu for boazinha deixo dormir agarrada em mim. — Dou risada da suas palavras. — Se não vai me comer, não quero tu me abraçando não. — Viro emburrada pra o outro lado. — E me dá meu Edredom. — Puxo pra cima de mim. Ouço ele gargalhar segundos antes de se aproximar pra ficar embaixo do Edredom também, mas não me abraça. — Não vai me abraçar mesmo? Tá bom! Não abraça! — Resmungo. — Eu disse que tu podia me abraçar, não que eu irei te abraçar eu em parece doida. — Vai se f***r, Marcelo. — Cuspo. — Oh as graças, Marcelo não. — Vai se f***r. (...)
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